Miguel Pinto Luz vai ser presidente da Fundação Alfredo de Sousa

A fundação responsável pela angariação de fundos, construção e agora a gestão do campus da Nova SBE em Carcavelos tem um novo conselho de administração e reunirá a 9 de maio.

A Fundação Alfredo de Sousa, uma entidade privada que foi constituída para promover o financiamento da construção da Nova SBE, vai ter um novo presidente: Miguel Pinto Luz, vice-presidente da Câmara de Cascais, deverá ser nomeado oficialmente no próximo dia 9 de maio, data da primeira reunião do novo conselho de administração. E com um mandato: Depois da angariação de fundos para a construção da escola, a nova administração tem o objetivo levantar 100 milhões de euros no mercado internacional nos próximos dois anos para promover o investimento na investigação e desenvolvimento da Nova SBE.

A notícia desta nomeação foi dada em primeira mão no ECO Insider, a newsletter semanal do ECO exclusiva para assinantes e que é enviada à quinta-feira ao fim do dia (pode assinar aqui). O Conselho de Curadores da Fundação tem a responsabilidade de nomear o conselho de administração e são depois os administradores aprovarem formalmente o presidente, mas há já uma indicação prévia.

Esta entidade de direito privado, que tem o nome de um professor que fundou a Faculdade de Economia da Universidade Nova, foi criada por um conjunto de promotores, entre os quais a Câmara de Cascais, o grupo Jerónimo Martins e o Santander, além da própria faculdade, para levantar o capital usado na construção do campus da Nova SBE em Carcavelos. Na prática, foi responsável pela angariação de fundos, construção e agora a gestão do campus de Carcavelos.

E agora vai ter um novo conselho de Administração: Vai entrar Henrique de Castro, antigo COO da Google, Rui Diniz, do grupo Mello, Vera Pinto Pereira, da EDP, Alexandra Brandão, do Santander, Clara C. Streit, da Jerónimo Martins, e António Casanova da Unilever.

A reunião do novo board será no próximo dia 9 de maio e só aí é que a escolha de Miguel Pinto Luz será oficializada, sucedendo a Nuno Fernandes Thomaz, desaparecido recentemente. Este cargo não será remunerado.

O processo de escolha foi exigente e competitivo, com o envolvimento direto de José Soares dos Santos e um ‘search committee’, com entrevistas a vários candidatos.

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