ISCTE vai abrir escola de tecnologias digitais em Sintra. Deverá começar a funcionar em 2026

Esta será a quinta escola do instituto universitário e a primeira do país especializada em tecnologias digitais. O novo polo do ISCTE deverá começar a funcionar em 2026.

O ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa vai abrir em Sintra a sua quinta escola, juntando-se, assim, às quatro já sediadas no centro de Lisboa. Será a primeira do país especializada em tecnologias digitais, colmatando uma falha na oferta curricular de nível superior, os cursos dirigidos às novas procuras no âmbito digital.

O novo polo do ISCTE deverá começar a funcionar em 2026 e contará, pelo menos no arranque, com uma oferta de oito a 10 licenciaturas multidisciplinares, integrando as tecnologias digitais com diferentes áreas e setores de aplicação, da arte à educação, passando ainda pelos serviços. E terá capacidade para 2.500 a 3.000 alunos.

Em comunicado, a instituição liderada pela ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues avança que a Assembleia Municipal de Sintra aprovou, por unanimidade, a cedência de um terreno para o ISCTE instalar aquela que será a primeira instituição universitária na coroa norte da Área Metropolitana de Lisboa.

A escolha de Sintra prende-se pelo facto de se tratar de um concelho com “particulares dificuldades de acesso dos jovens ao ensino superior”, considera Maria de Lurdes Rodrigues.

“Na região Norte há uma maior dispersão da oferta de ensino superior, são cerca de 56% os estudantes que frequentam as instituições da cidade do Porto. Já em Lisboa, a concentração na cidade é de 83%. Como esta centralização nunca foi combatida por políticas públicas, o ISCTE, em colaboração com a Câmara Municipal de Sintra e o Conselho Estratégico Empresarial, decidiu iniciar uma política de proximidade. O ISCTE quer estar onde estão os jovens e oferecendo o que há de mais inovador no ensino”, remata a reitora.

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