“Fui afastado da Groundforce porque há linhas éticas, morais e legais que não ultrapasso”, diz Paulo Neto Leite

  • ECO
  • 27 Maio 2021

Quanto ao futuro da empresa de handling, Paulo Neto Leite defende que "primeiro há que resolver a questão acionista". 

O antigo presidente da Groundforce, Paulo Neto Leite, reitera que foi afastado da empresa de handling portuguesa porque “há linhas éticas, morais e legais que não se podem ultrapassar”, nomeadamente a questão dos salários em atraso, em entrevista ao Observador (acesso pago).

Quanto ao acordo de venda do equipamento à TAP, por exemplo, Paulo Neto Leite aponta que não podia “utilizar os trabalhadores para obter alguma vantagem negocial”. Este foi o momento no qual começou a “rotura”, indica, continuando ainda assim a defender a votação: “Se eu não o tivesse feito, provavelmente não haveria empresa hoje”, diz.

No que diz respeito ao futuro da empresa, Paulo Neto Leite defende que “primeiro há que resolver a questão acionista”. Como o ministro Pedro Nuno Santos disse que não conta com Alfredo Casimiro, passa por este se “desfazer da posição”, até porque “a relação degradou-se tanto”, sinaliza o antigo CEO.

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