Investimentos com critérios ESG vão triplicar para 6,5 biliões de dólares até 2025

  • Capital Verde
  • 15 Julho 2021

O estudo ‘Wealth & Asset Management: Competing for Growth’ aponta o crescimento dos critérios ESG como uma oportunidade para os gestores das grandes fortunas e de ativos.

O estudo ‘Wealth & Asset Management: Competing for Growth’, realizado pela consultora Oliver Wyman e pelo banco norte-americano Morgan Stanley, concluiu que os ativos globais sob gestão em matéria de ESG (critérios ambientais, sociais e de governance) vão passar de dois biliões para 6,5 biliões de dólares até 2025.

O investimento em mercados privados, os investimentos ESG — de acordo com critérios ambientais, sociais e de governance –, a área das criptomoedas e a personalização crescente das soluções de investimento e assessoria são as quatro áreas em que modelos de gestão de grandes fortunas e de gestão de ativos competem, de acordo com as conclusões do relatório ‘Wealth & Asset Management: Competing for Growth’.

O estudo aponta ainda o crescimento dos critérios ESG como uma oportunidade para os gestores das grandes fortunas e de ativos. A Oliver Wyman e o Morgan Stanley preveem que os ativos globais em matérias de ESG irão passar dos atuais dois biliões de dólares para 6,5 biliões de dólares em 2025, com um especial protagonismo dos Estados Unidos e com uma evolução orientada para investimentos temáticos e impactantes.

no caso dos mercados privados, a gestão de ativos fechou 2020 com sete biliões de dólares sob gestão e na expectativa de vir a alcançar os 13 biliões em 2025.

Também as criptomoedas representam uma oportunidade para os gestores de grandes fortunas e de ativos. No entanto, a incerteza, a instabilidade e as preocupações sobre a sustentabilidade nesta área são ainda considerados importantes obstáculos de entrada.

Para resolver esses entraves, o ‘Wealth & Asset Management: Competing for Growth’ deixou claro que os gestores dos ativos devem ter em conta uma série de respostas em relação ao produto, nomeadamente a inclusão de criptoativos como parte de um fundo multiativo existente, a atribuição de produtos a criptoativos passivos ou ativos, ou, ainda, a oferta de soluções estruturadas, bem como a preocupação com a cibersegurança.

Com todas estas conclusões, o relatório anual da Oliver Wyman e do Morgan Stanley determinou, ainda, que os gestores das grandes fortunas e de ativos terão de concorrer para ampliar o acesso dos seus clientes aos mercados privados, captar próxima vaga de ESG, responder ao interesse pelas criptomoedas e disponibilizar assessoria e investimentos crescentemente personalizados.

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