Na mesa do recrutador: Maria João Lourenço, diretora de recursos humanos da Bayerpremium
O escritório da Bayer "migrou" do edifício para o jardim. "Até podemos ter mais inspiração porque todos estamos fartíssimos de estar fechados dentro de edifícios", refere a diretora de RH da empresa.
A entrar no verão e já com o sol a fazer-se notar, o escritório da Bayer migrou do edifício para o jardim da empresa. Foi aí que encontrámos Maria João Lourenço, diretora de recursos humanos da farmacêutica há mais de dez anos. “Estamos ao ar livre porque a Bayer, felizmente, tem um jardim onde podemos trabalhar, cumprindo todas as medidas de segurança impostas pela DGS”, explica a líder de pessoas. “Eventualmente até podemos ter mais inspiração [trabalhando no jardim], porque todos estamos fartíssimos de estar fechados dentro de edifícios”, refere, acrescentando que, nesta altura do ano, muitas das reuniões são feitas no espaço exterior.
O objetivo é estimular a criatividade, mas também promover o bem-estar, físico e mental, dos 200 colaboradores, uma das principais preocupações da companhia. “Neste contexto de grande incerteza e ansiedade, é fundamental…
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