BPI/CaixaBank, BNP Paribas e Santander iniciam cobertura da Greenvolt. Ação com potencial para subir 40%

BPI/CaixaBank, BNP Paribas e Santander iniciaram a cobertura da GreenVolt. Destacam experiência da equipa de gestão de Manso Neto e aposta na energia eólica e solar como pontos fortes da recém-cotada.

Há pouco mais de um mês na bolsa, a GreenVolt começou agora a ser acompanhada pelos analistas. BPI/CaixaBank, BNP Paribas e Santander foram as casas de investimento que já deram início à cobertura do título da empresa de energias renováveis liderada por João Manso Neto, apontando para valorizações acima de 40% nos próximos meses.

O Santander é mesmo que atribui o maior potencial à GreenVolt, que poderá subir até aos 6,90 euros, com os analistas a anteciparem uma valorização de 40% do título. Destaca o facto de a Greenvolt ser líder do negócio da biomassa em Portugal, com 45% de quota, e dá especial relevo à administração liderada por Manso Neto. “É o antigo CEO da EDP Renováveis, pioneira no modelo de rotação de ativos e na estratégia Ready-to-Build”.

No caso do BPI/CaixaBank, os analistas veem a ação com potencial para atingir os 5,5 euros, o que representará uma valorização de 11% face à cotação de sexta-feira.

Como pontos fortes da recém-cotada, os analistas do BPI/CaixaBank salientam a multitecnologia (na biomassa, solar e eólica) e a presença em várias geografias da GreenVolt, que conta com uma “equipa de gestão experiente e com um forte track record“.

“O IPO fixou um preço de 4,25 euros por ação e o título já valorizou 15% desde então, contra uma valorização de 7% dos seus pares europeus. A GreenVolt oferece uma equipa de gestão experiente, combinada com uma abordagem multi-tecnologia/geografia, que dão credibilidade ao plano de crescimento”, sublinham Flora Trindade e Bruno Bessa na nota emitida esta segunda-feira.

Também numa nota divulgada esta segunda-feira junto dos investidores, o BNP Paribas dá um potencial de subida de 13% à GreenVolt, até aos 5,6 euros, atribuindo uma recomendação de outperform ao título.

Além da forte base em Portugal no que diz respeito à biomassa, os analistas Francisco Ruiz e Gonzalo de Cueto Moreno destacam o pipeline “promissor” de 3,6 GW (gigawatts) nas componentes eólica e solar e “cuja execução será chave” para a valorização da GreenVolt. “Se o grupo for bem-sucedido na execução de 100% do seu pipeline, vemos uma potencial de cerca de 25%” no título, adianta o banco de investimento francês.

O BNP Paribas vê o lucro da GreenVolt atingir os 161 milhões de euros em 2024, enquanto o BPI/CaixaBank aponta para os 65 milhões de euros.

As ações da GreenVolt estão a valorizar mais de 2% na sessão desta segunda-feira, para os 5,05 euros.

A GreenVolt fechou a passada sexta-feira com uma capitalização bolsista de 601 milhões de euros, 174 milhões dos quais estão dispersos na bolsa.

Nota: A informação apresentada tem por base as notas emitidas pelos bancos de investimento, não constituindo uma qualquer recomendação por parte do ECO. Para efeitos de decisão de investimento, o leitor deve procurar junto dos bancos de investimento as notas na íntegra e consultar o seu intermediário financeiro.

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