Autotestes não vão ser aceites para entrar em bares e discotecas

Os testes rápidos de antigénio na modalidade de autoteste não vão ser aceites para entrar em bares e discotecas, esclareceu fonte oficial da Presidência de Conselho de Ministros, ao ECO.

Os testes rápidos de antigénio na modalidade de autoteste não vão servir para entrar em bares e discotecas, esclareceu fonte oficial da Presidência de Conselho de Ministros, ao ECO.

Aquando do anúncio das medidas para a nova fase de desconfinamento, o primeiro-ministro revelou que, a partir de 1 de outubro, os bares e as discotecas podiam reabrir portas, mediante “a exigência de certificado digital Covid”. Essa era, aliás, também a indicação plasmada no pdf que acompanhava a apresentação das medidas por parte do Governo.

Contudo, o comunicado divulgado posteriormente pela Presidência de Conselho de Ministros — que foi entretanto retificado — adiantava que era “necessário Certificado ou teste negativo para: viagens por via aérea ou marítima, visitas a lares e estabelecimentos de saúde, grandes eventos culturais, desportivos ou corporativos e bares e discotecas”.

Questionado pelo ECO, sobre se para o acesso aos bares e discotecas podiam ser aceites autotestes à Covid feitos à entrada e sob supervisão dos funcionários destes espaços, tal como acontecia anteriormente na restauração e na hotelaria, o gabinete da ministra Mariana Vieira da Silva veio esclarecer que “o acesso será feito mediante apresentação do certificado digital, nas 3 modalidades”.

Assim, os testes rápidos de antigénio na modalidade de autoteste não são aceites para a entrada nos bares e discotecas, bem como para viagens áreas ou por via marítima, visitas a lares e estabelecimentos de saúde ou para grandes eventos culturais, desportivos ou corporativos. Neste âmbito, apenas será aceite o certificado digital Covid numa das seguintes modalidades: de vacinação (com a vacinação completa há mais de 14 dias), de recuperação (isto num período entre 11 a 180 dias após o registo da infeção) ou de testagem (os testes PCR têm uma validade de 72 horas, ao passo que nos testes rápidos a validade é encurtada para 48 horas).

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