Gestão de pessoas em 2022, formação e ativismo social. Nova Pessoas chega às bancas

  • Pessoas
  • 13 Janeiro 2022

A gestão de pessoas em 2022 nos vários setores de atividade, a ligação entre as empresas e a academia e os projetos de ativismo social das lideranças são alguns dos temas da nova edição da Pessoas.

Depois de quase de dois anos de viver e trabalhar em pandemia, em 2022 o foco do mundo do trabalho centra-se no essencial: as pessoas. Serão elas o motor dos planos de crescimento das empresas e é a sua indisponibilidade que está a gerar preocupação em muitos setores. Não faltam ambições ao nível da contratação, mas cativar sangue novo não se afigura fácil. Além disso, agora, mais do que nunca, a competição pelo talento é global. Talvez por isso, muitos dos operadores ouvidos pela Pessoas destacam a retenção de talento como um dos temas que irá ganhar maior visibilidade em 2022. Formação e progressão de carreira, transformação digital, bem-estar e flexibilidade são também temas que merecem atenção. Na edição da revista Pessoas de janeiro/fevereiro, fomos tentar descobrir junto das lideranças quais as tendências no mundo do trabalho e nas suas empresas no ano que agora começa.

Focando-nos no tema da formação, e em especial da ligação entre o mundo empresarial e o mundo académico, também fomos saber como é que as empresas estão a preparar o talento de que necessitam, tendo em conta o cenário de escassez de mão de obra. Contamos os casos do Grupo Casais, Montepio, OutSystems e Coviran, que, embora em setores muito distintos, apostam fortemente na formação das suas pessoas. Porque o problema, defende António Carlos Rodrigues, o CEO do Grupo Casais, “não é a falta de pessoas”, mas sim “a falta de pessoas com as qualificações certas”.

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Um dos setores que está a passar precisamente por um cenário de grande escassez de mão de obra é o turismo, onde se estima que faltem mais de 40 mil trabalhadores para suprir as necessidades e ambições de crescimento. Nesta edição entrevistámos Luís Araújo, presidente do Turismo de Portugal, que considera que, mais do que no digital ou na sustentabilidade, é nas pessoas que reside o grande desafio que o setor enfrenta. Para o gestor, é preciso trabalhar seriamente na retenção dos colaboradores e tornar o setor mais atrativo para que não a fuga impulsionada pela pandemia não acelere (ainda mais) o ritmo.

“O setor precisa reforçar a atratividade. Neste momento, mais do que fidelizar o turista, temos de fidelizar colaboradores. E a componente de gestão de fidelização do cliente interno é muito difícil, em qualquer empresa. Reforçar a atratividade do setor, obviamente é uma questão salarial, mas é também a das componentes à volta da oferta de valor de uma empresa a um colaborador”, diz.

E porque nem tudo na vida é trabalho e, muito menos, trabalho dentro de uma empresa, fomos descobrir os projetos pessoais de gestores de pessoas e líderes de empresas. Do escutismo à luta pelos direitos da mulher na gravidez ou ao uso da educação como arma no combate à pobreza, eles dedicam tempo e energia a projetos fora do horários das 9h às 18h que os fazem sentir ter uma missão de vida.

Os novos hábitos dos gestores de pessoas que vieram com a pandemia e são para adotar, as iniciativas das empresas para para promover a inclusão da comunidade LGBTQI+, as apps que contribuem para a saúde mental e o Encontro Nacional da APG são outros dos temas que podem ser encontrados na edição de janeiro/fevereiro da Pessoas já nas bancas.

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