Hoje nas notícias: Interior, gás e Brisa

  • ECO
  • 24 Maio 2022

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Só dez funcionários públicos se mudaram para o interior ao abrigo do “Programa de Incentivos à Fixação de Trabalhadores do Estado no Interior”. Espanha e Portugal poderiam substituir até 40% do gás russo destinado à União Europeia se houvesse maior capacidade de interligação. O consórcio internacional que comprou 81,1% da Brisa em 2020 já recebeu 248 milhões de euros em dividendos, 10% do valor que pagou pela empresa. Conheça as notícias em destaque esta terça-feira.

Só dez funcionários públicos aceitaram ir trabalhar para o interior

Embora 330 funcionários públicos já tenham manifestado interesse no “Programa de Incentivos à Fixação de Trabalhadores do Estado no Interior”, apenas dez trabalhadores mudaram-se efetivamente para concelhos do interior, sendo que oito estão em regime de teletrabalho. Para o Governo, os resultados alcançados até agora “incentivam à análise, reflexão e definição de medidas a adotar futuramente”, tendo em conta que ficam aquém das expectativas.

Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Península Ibérica poderia substituir 40% do gás russo com mais capacidade de interligação

A capacidade instalada de terminais portuários e de gasodutos em Portugal e Espanha poderia substituir até 40% do gás que os países da União Europeia (UE) importam da Rússia, segundo o estudo “Portugal e Península Ibérica na Segurança Energética da UE: Caso do gás”, publicado em abril pelo Centro de Competências de Planeamento, de Políticas e de Prospetiva da Administração Pública (PlanApp). Contudo, esse potencial esbarra na reduzida capacidade de interligação entre França e Espanha, o que torna a Península Ibérica capaz de dar resposta apenas a 5% das importações médias diárias de gás natural russo da UE-20.

Leia a notícia completa no Observador (acesso pago).

Novos donos da Brisa já receberam 248 milhões

O consórcio Rubicone, da holandesa APG, do National Pension Service da Coreia do Sul e da Swiss Life Asset Managers, já recebeu 248 milhões de euros em dividendos desde que em 2020 compraram 81,1% da Brisa por 2,4 mil milhões. Este valor já inclui os dividendos distribuídos este ano, que equivalem a 93,2 milhões de euros (0,2081 euros por ação), depois de o grupo liderado por António Pires de Lima ter obtido lucros de 190,6 milhões de euros em 2021. Assim, o agrupamento recebeu até agora, em dividendos, mais de 10% do valor que pagou para controlar a Brisa.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Cereja mais cara não evita prejuízos dos produtores

Os produtores de cerejas das zonas de Alfândega da Fé, Lamas (Macedo de Cavaleiros), Fundão e Resende estimam prejuízos de milhares de euros com a campanha da cereja este ano, devido às quebras nas colheitas, que variam entre os 30% e os 50%, e ao aumento dos gastos na lavoura, cujos impactos não serão compensados com o aumento do preço da fruta.

Leia a notícia completa com o Jornal de Notícias (ligação indisponível).

Ex-generais admitem recrutamento de estrangeiros para o serviço militar

O Grupo de Reflexo Estratégica Independente (GREI), que integra generais na reforma, quer um “indispensável debate” sobre o serviço militar em Portugal para resolver as “graves deficiências nas capacidades operacionais” e de recrutamento para as Forças Armadas e consideram que “faria sentido equacionar a aceitação de candidatos de nacionalidade estrangeira para a prestação de serviço”, como já acontece noutros países europeus, casos da Espanha e Bélgica.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

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