Plataformas de transporte e mobilidade urbana criaram mais de 7.000 empregos até 2019

Entre 2013 e 2019, o número de empresas no setor cresceu 71%, o emprego acelerou 51% e foram criados mais de 7.000 empregos líquidos.

Entre 2013, ano anterior ao lançamento da operação da Uber em Portugal, e 2019, o número de empresas no setor cresceu 71%. O emprego cresceu 51% e foram criados mais de 7.000 empregos líquidos no setor. Já o volume de negócios aumentou 84%, em comparação com o período anterior à entrada da Uber em Portugal. E, mesmo em 2020, um ano em que todas as atividades ligadas à mobilidade foram fortemente afetadas pelas restrições resultantes da pandemia, os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) indicam que o número de empresas do setor cresceu 7,1% e o número de empregos cresceu 2,8%, revela a Uber no relatório “Uber e o TVDE em Portugal: A tecnologia ao serviço da comunidade”, que assinala os oito anos de atividade da empresa em Portugal.

“A viagem da Uber começou há oito anos, em Portugal. Desde então que continuamos a trabalhar diariamente para assegurar a constante inovação e investimento no país. Vamos continuar focados em garantir as melhores opções de mobilidade aos nossos utilizadores, bem como oportunidades económicas e flexíveis aos motoristas e parceiros de entrega que todos os dias escolhem a Uber”, assegura Francisco Vilaça, diretor-geral da Uber em Portugal, em comunicado.

De acordo com o relatório, o equilíbrio conseguido em Portugal a partir de 2018 com o regime jurídico do TVDE tem permitido à atividade dar uma resposta flexível e ajustada às múltiplas necessidades de motoristas, utilizadores, e comunidades em todo país. Este equilíbrio levou ao registo, até à data, de mais de 39.000 motoristas na atividade TVDE, exercendo-a através de mais de 9.500 empresas licenciadas como operadores de TVDE.

O documento revela também que a flexibilidade das oportunidades de trabalho está ajustada às preferências e às necessidades individuais dos motoristas ativos na plataforma da Uber em Portugal, com 68% a indicarem que a possibilidade de escolher onde e quando trabalham, assim como as aplicações que melhor respondem às suas necessidades, como sendo o que mais valorizam no TVDE.

A flexibilidade inerente a esta profissão é especialmente importante para lidar com as flutuações sazonais do turismo. Só em 2019, Portugal recebeu utilizadores Uber oriundos de 81 países. Para dar resposta a esta procura turística, no verão de 2019, 72% dos motoristas das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto e dos distritos de Coimbra e Braga que mudaram temporariamente para outras regiões durante a época alta turística fizeram-no mudando-se para o Algarve, em resposta ao aumento da procura.

Caminhos rumo ao futuro

O relatório relembra ainda o compromisso da Uber com a sustentabilidade, um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em Portugal desde 2016, ano em que foi lançado o “UberGREEN” (viagens em veículos 100% elétricos) pela primeira vez a nível mundial. Em 2020, a Uber assumiu o compromisso público de eletrificar até 2025 pelo menos 50% dos quilómetros percorridos na Área Metropolitana de Lisboa e outras seis capitais europeias. Entre 2020 e a primeira metade de 2021, a percentagem de quilómetros 100% elétricos percorridos na plataforma na Área Metropolitana de Lisboa aumentou 55%, para mais de 9%.

O investimento em Portugal continua a fazer parte do compromisso da Uber. Em setembro de 2021, a empresa inaugurou em Lisboa um hub de conhecimento sobre utilizadores, motoristas e parceiros de entrega e de desenvolvimento de produto e tecnologia da Uber na região do sul da Europa que oferece suporte a vários países, incluindo França, Espanha, Portugal, Itália, Grécia, Israel, Turquia, Alemanha e Croácia, entre outros.

O centro de excelência da Uber e a sede de operações representam um investimento de mais de 90 milhões de euros e mais de 500 empregos diretos. O hub em Lisboa reúne atualmente profissionais provenientes de 28 países, com mais de dez áreas de especialização como qualidade, formação & desenvolvimento, analytics, gestão de projeto e operações, entre outras.

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