Wall Street em queda após dados dececionantes da China

Desempenho dos mercados é uma consequência dos fracos dados económicos da China, que foram conhecidos nas últimas horas.

As bolsas de Wall Street abriram a primeira sessão da semana em terreno negativo, após quatro semanas consecutivas de ganhos para o índice de referência financeiro de Nova Iorque. Este desempenho acontece também depois de serem conhecidos dados dececionantes da economia chinesa.

O S&P 500 está a cair 0,29% para 4.267,53 pontos, acompanhado pelo tecnológico Nasdaq que recua 0,27% para 13.012,53 pontos. Pelo mesmo caminho segue o industrial Dow Jones ao desvalorizar 0,15% para 33.709,33 pontos.

Na semana passada, o S&P 500 avançou 3,25%, naquela que foi a quarta semana consecutiva de subidas e maior sequência de ganhos desde 2021. O Nasdaq encerrou a semana com uma valorização de 3,08%, também pela quarta semana consecutiva.

O desempenho dos mercados esta segunda-feira é uma consequência dos fracos dados económicos da China, que foram conhecidos nas últimas horas. O Banco Central da China decidiu ainda reduzir as taxas de juros para novos mínimos históricos inesperadamente, aumentando junto dos investidores as preocupações quanto a uma recuperação económica daquele país.

As nuvens da recessão estão a reunir-se globalmente. A economia chinesa contraiu no segundo trimestre. Os Estados Unidos registaram uma ‘recessão técnica’. O fluxo de gás natural para a Europa Ocidental é restrito”, diz Seth Carpenter, do Morgan Stanley, numa nota enviado aos clientes este domingo, citada pela CNBC. “Nos últimos três meses, revimos em baixa a nossa previsão de crescimento global para 2,5% ao ano em 2022”.

Os investidores esperam uma semana de lucros de grandes retalhistas, incluindo a Home Depot, Walmart e Target, e procuram pistas sobre como os negócios foram afetados pela inflação e outros desafios macro no trimestre mais recente.

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