Portugal não tem sido capaz de reter as pessoas. "É impossível combater com esquemas fiscais de outros países", afirma Rui Cruz. A tecnológica de Braga está a contratar.
Apesar dos novos escritórios em Braga, que abriram portas no final de fevereiro, a Beevo continua a dar total flexibilidade aos seus colaboradores. Na tecnológica portuguesa vigora um modelo presencial, híbrido e remoto, tudo ao mesmo tempo, consoante a vontade de cada pessoa. Mas, Rui Cruz, o fundador e CEO, não esconde a vontade de ter os colaboradores de volta ao escritório -- no qual a empresa investiu cerca de 250 mil euros -- onde acredita que se consegue reforçar a "cola" organizacional. Com 38 pessoas, a empresa está empenhada em fazer crescer a sua estrutura. Está a criar três novas equipas, o que vai obrigar à contratação de cerca de 30 pessoas.
O contexto de aldeia global é altamente desafiante, admite Rui Cruz, CEO e fundador da Beevo, em entrevista à Pessoas. "É um problema, por um lado, porque trouxe alguns desafios de empresas…
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