Como os jovens estão a tirar partido do UberEats

Jovens, estudantes, com pouco dinheiro e muita vontade de comer. De preferência querem receber a refeição em casa e gratuitamente.

Comida grátis são duas palavras que quando conjugadas podem fazer um jovem levantar-se. Mas nem disso precisam fazer porque o UberEats traz a refeição a casa. A inteligência não lhes falta para que possam jogar com o serviço a seu favor.

O serviço de entrega de comida da Uber chegou a Londres em junho, mas os londrinos mais jovens já sabem as estratégias todas para recolherem o maior benefício com o menor custo possível, diz o Business Insider.

A experiência contada na primeira pessoa, no artigo do BI, relata que no conjunto das refeições já conseguiu 200 libras de comida grátis e, na realidade, só gastou 10 libras. Tem sido uma série de erros por parte da empresa — cada vez mais atenta à satisfação do consumidor — que resultaram em várias refeições de graça.

Como? Utilizado formas de enganar no momento de fazer o pedido, reclamar por causa de atrasos na entrega de comida e códigos promocionais enviados por amigos. Mas a causa de todas estas consequências é a competição feroz no setor da restauração e, principalmente, dos serviços tecnológicos, em especial relacionados com a entrega de comida a casa.

Uma enumeração dos vários competidores é capaz de elucidar: Deliveroo, Dutch Takeaway.com, Delivery Hero, Just Eat, Takeaway.com, Take Eat Easy, UberEats e a lista podia continuar. Num ambiente de elevada competição são os consumidores que, neste caso, estão a beneficiar.

Isto tem acontecido por causa da crescente preocupação com o que o consumidor pensa. Essencialmente porque o esquema de expansão da Uber tem apoio na referência, o chamado ‘passa a palavra’.

Mas esta estratégia vai esgotar em breve – é visível o declínio de promoções da Uber após o período de lançamento num país – e só vão sobreviver os que mais clientes tiverem fidelizado.

Editado por Paulo Moutinho

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