Centeno: “É um orçamento de escolhas”

  • Tiago Varzim
  • 14 Outubro 2016

Ministro das Finanças apresenta esta sexta-feira a proposta do Governo para o Orçamento do Estado para 2017. A versão final só é votada no Parlamento a 29 de novembro.

“As escolhas que para este governo têm um ponto muito relevante na consolidação das contas públicas, que esteja sempre aliada às preocupações sociais”. A afirmação é de Mário Centeno na conferência de imprensa de apresentação do Orçamento do Estado para 2017. “Este é um orçamento de escolhas”, afirmou.

A meta do défice para o próximo ano é de 1,6%, inferior aos 2,2% estabelecidos para 2016 mas que foram revistos em alta para 2,4% no documento oficial.

Para o crescimento económico, o ministro das Finanças prevê uma subida de 1,5% do PIB em 2017, inferior à meta estabelecida para 2017 (1,8%) mas superior à revisão feita de 1,2%.

O imposto imobiliário com alguns exceções, o aumento das pensões a partir do verão e a eliminação da sobretaxa a ser feita por trimestres consoante o escalão são as principais novidades do Orçamento do Estado para o próximo ano.

Mário Centeno fez-se acompanhar dos seus quatro secretários de Estados: Carolina Ferra, da Administração e do Emprego Público; Rocha Andrade, dos Assuntos Fiscais; Mourinho Félix, Adjunto do Tesouro e das Finanças; e João Leão, do Orçamento.

António Costa tinha anunciado esta sexta-feira de manhã, na Assembleia da República, que a conferência de imprensa com Mário Centeno estava marcada para as 17h. No entanto, a entrega do OE/2017 no Parlamento atrasou-se. Centeno só entregou o Orçamento do Estado ao Presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, por volta das 19h50. O Ministério das Finanças marcou a conferência de imprensa para as 20h30.

Editado por Mónica Silvares

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