Cinco apps para conhecer na Web Summit

  • Ana Luísa Alves
  • 9 Novembro 2016

Na Web Summit há lugar para todo o tipo de negócios. Estes cinco que o ECO lhe mostra são aplicações para todos os gostos e procuram arranjar aqui investimento necessário para continuar.

Uma aplicação para acompanhar as principais exposições na sua cidade, uma plataforma para falar com pessoas que mudaram os negócios (e a vida) de país, um fórum para aprender uma língua com alguém que já a domina — e quer aprender a sua — e ainda uma aplicação para deixar de esperar pelas fotos dos seus amigos. No pavilhão 1 da FIL estão cerca de 40 redes sociais. O ECO foi conhecer cinco.

Expat

Já pensou em mudar de país? E se pudesse falar com alguém que já o fez, e escolheu exatamente o mesmo destino? A Expat é a aplicação certa, onde pode falar com quem já passou pelo mesmo.

Julien Faliu, Fundador e CEO da Expat, resumiu ao ECO qual a ideia por trás do aplicação que desenvolveu.

Para “expatriar” um negócio há que ter em conta o serviço de network prestado pela aplicação e ter em conta a opinião de quem já utilizou a plataforma. Os comentários estão todos no site.

Glarify

“Explore o mapa da arte global” — é o lema da Glarify, fundada por Felix Haas. O também CEO da empresa explicou ao ECO que a Glarify é uma aplicação que permite criar um mapa com os principais museus, concertos, galerias, exposições, e não só, que existam na sua cidade.

É uma aplicação para artistas, galerias e instituições mas como o fundador salienta, para todos os amantes da arte. Se qualquer pessoa que tenha uma, por exemplo, uma galeria de arte, pode inscrevê-la na aplicação, anunciar exibições e promovê-las para um público em específico.

Felix Hass mostrou ao ECO como funciona a aplicação.

Speak and Lunch

Já quis aprender uma língua diferente? E se pudesse trocar o que sabe da sua língua com quem sabe mais da que quer aprender? Então conheça a Speak and Lunch.

A aplicação desenvolvida por Eleni Theocharopoulos pretende facilitar a aprendizagem de uma língua tendo por base a troca de conhecimento e com o objetivo de vir a marcar um almoço (o ‘lunch’) ou um encontro no skype. Mas há uma regra: metade do tempo é falada uma língua, e na outra metade é falada outra.

“Imagine que é inglesa e quer aprender português. Pode começar a falar com um português que também queira aprender inglês e partilharem aquilo que sabem”, explicou Eleni ao ECO.

Capture

Foi a um concerto e houve um amigo que tirou umas fotos engraçadas, mas nunca mais as viu porque o seu amigo não lhas passou? Instale a Capture.

A Capture foi criada por Joris Heijnen e é a “primeira rede social para a câmara fotográfica”. Segundo o fundador, permite partilhar, no momento, as fotografias que tira com as pessoas que lhe estão mais próximas — sejam ou não amigos.

Aqui fica um vídeo em que Joris explica todo o processo.

Positive Hugs

A Positive Hugs é uma aplicação para pessoas infetadas com o vírus do HIV. O conceito foi criado por uma pessoa que também está infetada, Andrew Goyvaerts, e tem como objetivo poder “relacionar estas pessoas sem o estigma de estarem todas doentes e sem o medo de serem rejeitadas por esta condição”.

Aqui fica a explicação do CEO e fundador.

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Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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