Portugal assina declaração para promover comércio de eletricidade sustentável

  • Lusa
  • 17 Novembro 2016

Acordo a assinar hoje por Portugal, Marrocos, Alemanha, França e Espanha, deve ser implementado até à Cimeira do Clima, segundo o Ministério da economia.

Portugal vai assinar hoje, juntamente com outros quatro países, uma declaração conjunta para promover um plano para o comércio de eletricidade sustentável, adiantou à agência Lusa o Ministério da Economia.

Este compromisso “implica o planeamento da progressiva integração dos mercados energéticos, para o qual é fundamental o reforço das interligações de energia entre a Península Ibérica e o resto da Europa, bem como, a futura interligação entre Portugal e Marrocos”.

“Para Portugal, esta declaração configura mais um passo relevante na estratégia de desenvolvimento das infraestruturas de transporte transfronteiriças, fundamentais para garantir a política de promoção das energias renováveis e de segurança de abastecimento”, lê-se na nota do Ministério tutelado por Manuel Caldeira Cabral, enviada à agência Lusa.

O objetivo deste plano, que será assinado esta manhã em Marraquexe, entre Portugal, Marrocos, Alemanha, França e Espanha, é que “possa culminar num acordo a implementar pelos signatários até à Cimeira do Clima (COP23)”, destaca o comunicado do executivo.

O Ministério da Economia salienta, na mesma nota, que Portugal está entre os países que mais apostaram nas energias renováveis e que “muito desse esforço resulta do compromisso assumido com a União Europeia para, em 2020, haver um contributo de 31% de fontes de energia renovável no consumo final de energia”.

Atualmente, já se cumpriu mais de 87% da meta definida para 2020, segundo dados no executivo.

A assinatura deste acordo, no qual Portugal se fará representar pelo secretário de Estado da Energia, Jorge Seguro Sanches, ocorre durante a Cimeira do Clima (COP22), a decorrer em Marraquexe até sexta-feira.

 

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal assina declaração para promover comércio de eletricidade sustentável

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião