Este Natal ajude um desconhecido. O ECO dá-lhe cinco ideias

  • Ana Luísa Alves
  • 19 Dezembro 2016

Depois do amor e da família, a solidariedade é umas das palavras de ordem na quadra natalícia. E ajudar quem mais precisa é um dos objetivos das cinco.

Ajudar quem mais precisa é também uma desejo de muitas pessoas este Natal. Se também é o seu, aqui ficam cinco associações que vão agradecer o seu presente.

Helpo

Os presidentes solidários da Helpo estão a pensar no futuro. Como é possível ler no site, “são mais que presentes, constituem maior dignidade e oportunidades para os beneficiários dos nossos programas de apoio”. Os presentes são consultas de nutrição, internamento PANMI, latas de leite em pó, sessões de culinária, lanches escolares, secretárias escolares, kits de manuais escolares, bolsas de estudo, entre outros, e ainda o ‘explica-me outra vez’ (um mês de explicações no espaço ludoteca do bairro das Fontainhas). Os preços variam entre os cinco e os 500 euros. Para poder dar um destes presentes basta contactar a associação e efetuar a contribuição correspondente àquilo que quer oferecer e avisar a associação.

Além disto, a associação tem restaurantes em vários locais de Lisboa e vai vender sopa da pedra entre os dias 16 e 23 de dezembro. Os lucros revertem a favor da associação.

Natal dos Esquecidos

O “Natal dos Esquecidos” é um projeto de cariz social realizado pela associação CASA (Centro de Apoio ao Sem Abrigo), com o objetivo de incentivar a doação de presentes aos sem-abrigo nesta época festiva. Os presentes são enviados consoantes as cartas escritas pelos sem-abrigo, que posteriormente são “adotadas” por quem os quiser presentear.

f

Chá Atlântico

Sancha Trindade, fundadora da plataforma A Cidade Na Ponta dos Dedos, criou o chá Atlântico sem fins lucrativos, uma missão solidária, e vai ser produzido pela Companhia Portugueza do Chá. A missão do projeto é reduzir o impacto da solidão e isolamento dos mais idoso, e o lucro do Chá vendido reverte a favor de uma associação lisboeta, a Associação Mais Proximidade Melhor Vida, que apoia mais de 120 idosos residentes na Mouraria e Baixa Pombalina.

A campanha “Todos temos uma história” vem acompanhada de um vídeo de sensibilização, realizado por Rui de Brito, da Subfilmes.

pastedgraphic-3

Licor Beirão

Este Natal, se receber uma prenda de que não gosta troque-a por um Licor Beirão. O seu presente vai para quem mais precisa, embora no site não estejam as IPSS (Instituições Privadas de Solidariedade Social) selecionadas para receber os presentes, que a Licor Beirão ainda está a contactar. O anúncio onde esta ideia é difundida está a circular desde o início do mês.

Oitava Colina

Foi este fim de semana que a Cerveja Oitava Colina apresentou a Cocoa winter Ale, a cerveja que contém água, malte, aveia, lúpulo, leveduras e sementes de cacau. Mas não se fica por aqui. Para aquecer o Natal de quem mais precisa, e em conjunto com a CASA (Centro de Apoio ao Sem Abrigo), está a recolher qualquer tipo de agasalhos, cobertores, sacos de cama, casacos, blusões, a quem estiver dispostos deixá-lo na colina da Graça. Em troca vai oferecer Cocoa Winter Ale. Aqui fica o cartaz do evento solidário.

cartaz

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Este Natal ajude um desconhecido. O ECO dá-lhe cinco ideias

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião