Costa: “O défice de 2016 não será superior a 2,3%”

O primeiro-ministro voltou a elogiar o percurso das finanças públicas em 2016. António Costa garantiu esta terça-feira na Assembleia da República que o défice não será superior a 2,3%.

Tal como já tem vindo a congratular-se, António Costa voltou a afirmar que o défice será inferior a 2,5%, a meta imposta pela Comissão Europeia. No debate quinzenal, o primeiro-ministro foi mais longe e avançou uma meta mais concreta que corrige os 2,4% de défice esperado na previsão do OE2017: “O défice de 2016 não será superior a 2,3%”.

Costa iniciou o debate e começou por lembrar que há um ano apresentou um desafio exigente, do qual “muitos e repetidamente” duvidaram. “Insistiram que não havia alternativa às medidas do anterior Governo”, recorda Costa.

“Durante meses a fio, perguntaram por um plano B e aguardaram pelo Diabo”, disse Costa, mas “o défice de 2016 não será superior a 2,3%”, assegurou.

“Sim, cumprimos os compromissos”, continuou o primeiro-ministro. “Erraram na aritmética e erraram na política”, criticou Costa, referindo-se à oposição. “Afinal, havia mesmo alternativa”, defendeu.

Terminado o debate quinzenal, o primeiro-ministro dirigiu-se aos jornalistas para reiterar o facto de Portugal registar em 2016 “o défice mais baixo da democracia”, um feito “conseguido sem reduções de salários ou de pensões, sem um plano B e com uma diminuição da carga fiscal”.

Artigo atualizado com as declarações de António Costa após o debate quinzenal.

Editado por Mónica Silvares

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