Montijo é a escolha do Governo para novo aeroporto

  • ECO
  • 21 Janeiro 2017

Memorando de entendimento entre ANA e executivo deve ser assinado em Fevereiro, avança o Expresso.

O Governo já terá decidido a localização para o aeroporto complementar ao de Lisboa, tendo a escolha recaído sobre a base aérea do Montijo, avança o jornal Expresso na edição deste sábado. O jornal avança mesmo que o memorando de entendimento entre a ANA, concessionária dos aeroportos comerciais portugueses, e o Governo sobre a transformação da base aérea do Montijo em aeroporto comercial, deverá ser assinado em meados de fevereiro.

Pedro Marques, ministro do Planeamento e Infraestruturas já tinha anunciado que dentro de semanas seria apresentada uma solução para o aeroporto de Lisboa, tendo inclusive referido que a base aérea do Montijo tinha sido alvo de um estudo particular.

Ainda segundo o Expresso o objetivo de avançar já com a assinatura do memorando prende-se com a tentativa de ter o aeroporto do Montijo operacional para receber passageiros já no final de 2018.

A solução da Portela +1 surge em alternativa à construção de um grande aeroporto em Alcochete, o que implicaria custos muito mais avultados.

A confirmar-se esta solução vem de encontro à ideia defendida por Humberto Pedrosa, presidente do conselho de administração e acionista da TAP. Pedrosa em entrevista ao ECO avançava que a melhor solução seria a Portela +1, sendo o mais 1, “um aeroporto para as low cost”, o que reconhece é bom “não só para a TAP como todas as outras companhias de bandeira”

O aeroporto Humberto Delgado deverá atingir o auge da sua capacidade no verão de 2018. A capacidade máxima do atual aeroporto deve rondar os 23 milhões de passageiros, tendo em 2015 movimentado mais de 20 milhões de passageiros.

A solução que está em cima da mesa, Humberto Delgado com a base aérea do Montijo já foi inclusive avaliada pela NAV- Navegação Aérea de Portugal, responsável pela gestão do espaço aéreo de Lisboa. Esta entidade considera que a solução Portela +1 é a adequada para aumentar a capacidade aeroportuária na região. Também o Eurocontrol — organização intergovernamental com 41 membros responsável pelo Céu Único Europeu terá analisado as várias alternativas tendo dado o seu aval aos cenários apresentados pela NAV.

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