EDP Renováveis anima Lisboa. BCP cai

O PSI-20 terminou a sessão em alta ligeira, apoiado no disparo de 4% da EDP Renováveis, com o BCP a encabeçar as perdas do índice com um deslize também de 4%. Lisboa acompanhou as subidas na Europa.

A bolsa nacional foi brindada por ventos favoráveis na sessão desta terça-feira. O disparo das ações da EDP Renováveis mais do que compensou o deslize registado pelos títulos do BCP, com o PSI-20 a terminar em terreno positivo, a acompanhar os ganhos dos pares europeus.

O índice de referência da bolsa nacional terminou a sessão a valorizar 0,37%, para os 4.576,74 pontos, apoiado no disparo de 4,38%, para os 5,96 euros, registado pelos títulos da EDP Renováveis. A empresa liderada por Manso Neto encabeçou o movimento de subida que marcou as cotadas do setor energético. Foi o que aconteceu com a EDP, cujos títulos valorizaram 0,4%, para os 2,73 euros, no dia em que a empresa anunciou um emissão de 600 milhões de euros em obrigações a seis anos. No mesmo sentido seguiram as ações da Galp Energia que valorizaram 0,14%, para os 13,88 euros, em sintonia com os preços do petróleo.

A Nos foi outra das cotadas que mais contribuiu para o desfecho positivo do PSI-20 na última sessão, com as suas ações a progredirem 1,12%, até aos 5,23 euros. No mesmo sentido, terminaram também os títulos da Sonae que avançaram 1,08%, até aos 84 cêntimos.

O avanço do índice nacional acabou por ser travado pelo recuo das ações do BCP, que caíram 3,83%, para os 15,08 cêntimos, em sintonia com o rumo dos direitos ao aumento de capital do banco liderado por Nuno Amado, que deslizaram 9%. Nas quedas, destaque também para a Jerónimo Martins, com as ações da retalhista a perderem 0,26%, para os 15,63 euros.

Na Europa, a tendência também foi de subidas, com o índice Stoxx Europe 600 a progredir 0,25%, para os 361,92 pontos, apoiado nos ganhos do setor das mineiras e da banca. Nota negativa para a bolsa do Reino Unido, que foi das poucas que perdeu terreno no dia em que o Supremo Tribunal britânico anunciou que cabe ao parlamento lançar formalmente o processo de saída da União Europeia.

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