Fórum Agricultura: Boas Soluções, Boas Colheitas

  • ECO + Banco BIC
  • 13 Fevereiro 2017

A 17 de fevereiro realiza-se o Fórum Agricultura "Boas Soluções, Boas Colheitas", com foco em áreas de elevado potencial de desenvolvimento no país, em concreto agricultura, pecuária e agro-indústria.

Ciente do seu papel dinamizador na economia atual, o Banco BIC pretende contribuir para o aumento do investimento nestes setores produtivos, potenciando parcerias, oportunidades de negócio e soluções adequadas de financiamento, porque “só assim o futuro trará prosperidade e dará frutos”.

Para a sessão de abertura, a 17 de fevereiro, estão, entre os convidados, o Presidente do Conselho de Administração do Banco BIC S.A. (Angola), Fernando Teles, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal, Luís Capoulas Santos e o Ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural de Angola, Marcos Alexandre Nhunga.

Conheça aqui o programa:

  • 08h30 Receção dos convidados
  • 08h45 Boas-Vindas, com Fernando Teixeira dos Santos – Presidente da Comissão Executiva do Banco BIC Português
  • 09h00 Abertura, com Luís Capoulas Santos (Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural de Portugal)
  • 09h15 – 10h30 1º Painel: Agricultura, com João Macedo (Agrolider), José Alexandre Silva (Fazenda Santo António), Manuel Monteiro (Fazenda Talala/Fertiangola), Joaquim Pedro Torres (Valinvest), António Silvestre (Vale da Rosa) e José Palha (CAP). Moderado por António Costa (Diretor do ECO).
  • 10h30 – 10h45 Intervalo para café
  • 10h45 – 12h00 2º Painel: Pecuária, com Fernando Teles (Banco BIC), Antas Miguel (Fazenda Ninho M’Babe), Elizabete Dias dos Santos (Fazenda a Pérola do Kikuxi), Cristina Sousa (Raporal), Nuno Correia (Agrupalto), Jorge Fernandes (Zêzerovo). Moderado por Carlos Rosado de Carvalho (Diretor do Semanário Expansão).
  • 12h00 Encerramento, com Marcos Nhunga (Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural de Angola)

 

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Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

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António Costa
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