Bolsa em queda pela quinta sessão consecutiva

  • ECO
  • 15 Março 2017

Mais uma vez, a bolsa de Lisboa fechou no vermelho. A recuperação do petróleo animou as praças europeias, mas não foi suficiente para puxar pelo PSI-20.

A bolsa portuguesa fechou em queda pela quinta sessão consecutiva. Numa sessão em que apesar da apreensão em torno do resultado das eleições holandesas as praças europeias conseguiram valorizar, o PSI-20 encerrou em terreno negativo, pressionado pelos pesos pesados. Só a Galp Energia evitou uma queda mais expressiva à boleia da recuperação dos preços do petróleo.

 

Num dia em é conhecido se conhece quem vai sentar-se na cadeira de primeiro-ministro da Holanda, mas também se espera a confirmação da subida da taxa de juro nos EUA, as praças europeias registaram ganhos que chegaram, em alguns casos, a ser superiores a 1%. O Stoxx 600 somou 0,4%. O PSI-20, no entanto, desceu 0,12% para os 4.575,25 pontos.

Jerónimo Martins, Sonae e Nos marcaram a sessão, pela negativa. A dona do Pingo Doce perdeu 0,26%, já a queda da dona do Continente foi mais expressiva: cedeu 2,15% para os 0,73 euros, registando mesmo a queda mais acentuada entre as cotadas do índice principal da bolsa de Lisboa.

A Nos desceu 1,97% para os 4,83 euros, isto numa sessão em que a EDP perdeu. No dia em que Nuno Alves, administrador financeiro da empresa, revelou que pretende voltar ao mercado de dívida, antecipando a intenção de se financiar em dólares, a elétrica encerrou a cair 0,11% para os 2,83 euros. A EDP Renováveis subiu, assim como a Galp Energia.

Depois da forte queda na sessão anterior, o West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, seguia a valorizar, para cotar nos 48,64 dólares. Também o Brent, em Londres, estava a subir para os 51,68 dólares por barril, o que permitiu à petrolífera nacional fechar a ganhar 0,18% para 13,54 euros, seguindo as congéneres europeias.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Bolsa em queda pela quinta sessão consecutiva

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião