Passaporte português: o quarto mais poderoso do mundo

Fazer uma viagem é sempre um prazer, mas quanto menos papel e burocracias forem necessários melhor. Para algumas nacionalidades é mais fácil do que para outras. Saiba quais.

Os detentores de um passaporte alemão são aqueles que enfrentam menos restrições no momento de viajar para outros países. E no caso português? Segundo o ranking elaborado pela Arton Capital, o passaporte português é o quarto mais poderoso do mundo, a par da Itália, Suíça, Holanda, Luxemburgo, Bélgica, Áustria, Estados Unidos e Coreia do Sul.

O passaporte português — à semelhança dos países colocados no mesmo lugar do rankingpermite viajar para 157 países sem ser necessário visto ou autorizações especiais. Já o passaporte alemão, o “mais poderoso do mundo”, na designação desta consultora, dá acesso a 160 países sem visto.

O segundo lugar na tabela é ocupado pela Suécia, cujo passaporte dá acesso a 159 países. O ano passado, a Suécia ocupava em ex-aequo o topo do pódio com a Alemanha.

Já a terceira posição é ocupada por um conjunto de países onde se encontra Espanha (que caiu uma posição face ao ano anterior), Dinamarca, Finlândia, França, Noruega, Reino Unido e Singapura. Deter um passaporte de todos estes países dá acesso livre a 158 outros países.

Mas para o Reino Unido, o Brexit poderá vir a ter consequências. Depois de acionado o Artigo 50 — o que ocorrerá esta quarta-feira — os especialistas, da Henley & Partners, uma outra consultora que faz um ranking idêntico, mas com base nos dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), admitem que é provável que os britânicos não tenham que obter visto para viajar para os 26 países do espaço de Schengen, mas podem vir a ser obrigados a solicitar algum tipo de autorização ou até mesmo a pagar alguma taxa de entrada na Europa, à semelhança do que acontece com outros cidadãos comunitários.

Finalmente, quanto aos menos poderosos, tanto a Arton Capital como a Henley & Partners consideram que o passaporte menos poderoso, ou seja, que abre menos portas, é o do Afeganistão, já que só permite viajar com liberdade para 24 países. Entre os mais restritivos também estão o Paquistão (27), Iraque (28), Síria (31) e Somália (33).

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