Navio-plataforma da Galp já entrou em produção no Brasil

Galp anunciou que o navio-plataforma FPSO P-66 já está a produzir no campo Lula/Iracema, no pré-sal brasileiro. Petrolífera portuguesa detém 10% do consórcio.

A Galp anunciou esta quinta-feira a entrada em produção do navio-plataforma FPSO P-66 na área Lula Sul, no pré-sal da bacia de Santos. Trata-se da sétima unidade a entrar em operação no campo Lula/Iracema em seis anos, e primeira unidade replicante (P-66) a iniciar produção no campo petrolífero brasileiro onde a empresa portuguesa que detém 10% no consórcio.

De acordo com a Galp, está previsto que a P-66 seja interligada a um total de dez poços produtores e oito injetores. A FPSO — unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência — “encontra-se a aproximadamente 290 quilómetros da costa do estado do Rio de Janeiro, ancorada a uma profundidade de água de 2.150 metros”, informou a petrolífera portuguesa, que espera que “a operação comercial da unidade beneficie das excelentes condições dos reservatórios do campo Lula, que têm vindo a suportar elevados níveis de produtividade”.

A Galp, através da subsidiária Petrogal Brasil, tem uma participação de 10% no consórcio que desenvolve o BM-S-11. A Petrobras é a operadora do campo Lula/Iracema com uma participação de 65%, cabendo à Shell os restantes 25%.

A replicação de unidades FPSO é um conceito inovador que está a ser implementado pelo consórcio e que passa pela construção de seis FPSOs semelhantes concebidas especialmente para operar em projetos do pré-sal da bacia de Santos, com capacidade para processar diariamente 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de m3 de gás natural.

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