Setores da saúde e tecnológicas ditam ganhos em Wall Street

Os principais índices bolsistas norte-americanos regressaram aos ganhos após uma sessão de perdas, conseguindo escapar ao impacto negativo da queda das cotações do petróleo.

As ações norte-americanas arrancaram em alta, após uma sessão de perdas que interrompeu um ciclo de sete sessões consecutivas de subidas. Wall Street reaproxima-se, assim, dos máximos históricos estabelecidos na passada sexta-feira, com os investidores a avaliarem a probabilidade de uma nova subida dos juros nos EUA no próximo mês. As ações norte-americanas, conseguem, assim, escapar à pressão dos preços do petróleo que caem 3%.

O índice S&P 500 arrancou a valorizar 0,12%, para os 2.415,87 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq aprecia-se 0,30%, para os 6.221,77 pontos. A manter-se ao longo do dia essa tendência de subidas, as ações norte-americanas fecham o mês de maio com ganhos. O índice S&P 500 regressa, assim, aos ganhos após uma sessão de pausa, em que os investidores estiveram a avaliar os dados macroeconómicos conhecidos na terça-feira.

“Tivemos o fim de semana do Memorial Day e os volumes na terça-feira foram baixos, então este é o primeiro dia em que Wall Street está a voltar em pleno vigor e podemos ver a retoma da forte compra de ações que vimos na semana passada”, disse Andre Bakhos, Diretor da Janlyn Capital em Bernardsville, em Nova Jersey.

Os setores de cuidados de saúde e as tecnológicas são os principais responsáveis pelo rumo positivo dos principais índices norte-americanos nesta sessão, que conseguem assim escapar ao impacto negativo dos preços do petróleo que seguem novamente em queda nos dois lados do Atlântico. Em Londres, o barril de brent perde 3%, para os 54,27 dólares, enquanto o crude transacionado em Nova Iorque desliza 2,78%, para os 48,29 dólares.

Entre os principais fatores que marcam a agenda dos investidores norte-americanos, nesta quarta-feira, está a divulgação pela Reserva Federal dos EUA do livro bege, documento que poderá dar evidências de que a economia continua em força e que a Reserva Federal dos EUA poderá subir os juros já na próxima reunião de política monetária.

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