TAP: Ana Pinho vai assumir cargo de vogal

  • ECO
  • 10 Junho 2017

Há três nomes confirmados. Lacerda Machado também será vogal, enquanto Miguel Frasquilho assumirá as funções de chairman, tal como o ECO tinha noticiado.

Ana Pinho, presidente do Conselho de administração da Fundação de Serralves, vai assumir o cargo de vogal na TAP, avança este sábado o Expresso [conteúdo pago]. Diogo Lacerda Machado, consultor do Primeiro-Ministro, será também vogal, enquanto Miguel Frasquilho assume o papel de chairman, diz ainda o semanário, confirmando a notícia dada pelo ECO em primeira mão.

A Assembleia-Geral Extraordinária (AG) Extraordinária está marcada para 30 de junho, na Meo Arena, quase 17 meses depois de assinado o memorando de entendimento da privatização da TAP. A AG visa deliberar sobre a eleição de membros do conselho de administração para o período remanescente do mandato. Já são certos três dos seis elementos que o Estado poderá indicar, de acordo com a informação confirmada ao Expresso pelo ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques.

O ex-presidente da AICEP — Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, Miguel Frasquilho, vai ser o chaiman da TAP. O advogado Diogo Lacerda Machado, que representou o Governo na renegociação com o consórcio privado e particularmente com David Neeleman, vai ser vogal não executivo, tal como Ana Pinho, presidente do conselho de administração da Fundação de Serralves e administradora da Oporto British School. Ana Pinho é do Porto, próxima da presidente da autarquia, Rui Moreira, e já foi administradora-executiva da UBS Portugal, diz o semanário.

O ministro Pedro Marques define Lacerda Machado como um “grande conhecedor do setor da aviação”. Já Miguel Frasquilho e Ana Pinho não têm experiência nesta área mas o governante aponta outras qualidades. Frasquilho tem “experiência na gestão de organizações e na internacionalização da economia e na negociação em mercados internacionais”; Ana Pinho é “economista e gestora” com “extensa experiência na liderança de organizações”, diz Pedro Marques, citado pelo Expresso.

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