Deputados terão de recusar prendas acima de 150 euros. Depois do verão

  • ECO
  • 13 Julho 2017

PS admite dois valores distintos: um mínimo, que não exige o registo do presente, e um máximo, como os 150 euros, a partir do qual não é permitido aceitar a oferta.

Os deputados terão de recusar prendas de valor superior a 150 euros mas esta proposta só chegará ao terreno depois das férias parlamentares. A medida é bem recebida por PS, PSD e CDS mas o Bloco de Esquerda defende um valor mais baixo — 60 euros. Já o PCP está aberto a todas as propostas, escreve esta quinta-feira o Expresso (acesso pago).

A proposta está a ser discutida na Comissão Eventual para Reforço da Transparência no Exercício das Funções Públicas. O pacote sobre transparência não é discutido na próxima semana porque ainda não estão fechados todos os detalhes, nomeadamente sobre o código de conduta proposto pelo PS — é aqui que entra a limitação dos valores das prendas que os deputados podem receber.

De acordo com o jornal, os socialistas entendem que faz sentido limitar este montante ao que se aplica a membros do Governo, através do código de conduta que foi aprovado já depois do chamado Galpgate.

CDS e PSD acreditam num consenso. Já o PS ainda não revela posição oficial, mas o deputado Paulo Trigo Pereira admite até dois valores distintos — um mínimo, que não exige o registo do presente (dando o exemplo de uma caneta ou um pin), e um valor máximo, como os 150 euros, a partir do qual não é permitido aceitar a oferta. O PSD confirma que a proposta preferida é a dos 150 euros.

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