Emissão chinesa? IGCP já fez os primeiros contactos

Presidente do IGCP destaca "oportunidades" no mercado chinês. Cristina Casalinho revelou, porém, que operações de financiamento são geralmente reduzidas, abaixo dos 500 milhões.

O IGCP já fez os primeiros contactos no sentido de avançar com uma emissão de dívida denominada na moeda chinesa. Todavia, conforme sublinhou Cristina Casalinho no parlamento, operações de financiamento no mercado chinês são relativamente pequenas, não excedendo normalmente os 500 milhões de euros.

Já estabelecemos as primeiras pontes com as autoridades chinesas“, adiantou Cristina Casalinho, presidente da agência que gere a dívida pública, na Comissão do Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa. Sublinhou que muitos países e empresas estão a olhar para o mercado de dívida da China com muita atenção, dado tratar-se de um mercado pouco diversificado e com “boas possibilidades” tanto para os emitentes.

Aos deputados, porém, lembrou que as operações já realizadas naquele mercado por entidades estrangeiras — Coreia do Sul, British Columbia (província canadiana) — foram relativamente tímidas, com montantes não superiores a 500 milhões de euros e com maturidades que não foram além dos cinco anos.

Portugal poderá tornar-se o primeiro país da zona do euro a emitir títulos de dívida pública em moeda chinesa, o renminbi, avançou em maio o ministro das Finanças português, Mário Centeno. “É uma forma de alargar a nossa base de investidores e de atrair financiamento”, disse Centeno, no final de uma visita de três dias à China.

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