Mangualde: Um fogo dominado, dois continuam ativos

  • Lusa
  • 16 Julho 2017

Um dos incêndios em Mangualde já foi dominado, mas dois continuam ativos. Chamas combatidas por mais de 300 operacionais.

Dois dos três incêndios que deflagraram na tarde de domingo no concelho de Mangualde, distrito de Viseu, continuavam ativos durante a madrugada, enquanto o terceiro estava em resolução, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil. Continuam a lavrar os fogos em Abrunhosa-a-Velha e em Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, mas a situação está a evoluir favoravelmente, adiantou, pela 1h10, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viseu.

O fogo em Abrunhosa do Mato, na freguesia de Cunha Baixa, que deflagrou pelas 16h06, estava em resolução e “sem perigo de propagação para além do perímetro já atingido”, mantendo-se no local cerca de 90 operacionais e 27 viaturas.

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) na internet, pela 1h30, os incêndios em Abrunhosa-a-Velha e em Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, mantinham-se ativos, mobilizando então um total de 360 operacionais, apoiados por 107 veículos. Segundo a ANPC, os três incêndios começaram num intervalo de tempo curto — de 17 minutos –, entre as 15h52 e as 16h09, nas freguesias de Abrunhosa-a-Velha, de Cunha Baixa e de Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães.

Localidades foram ameaçadas pelas chamas

Algumas localidades foram ameaçadas pelas chamas, uma casa de segunda habitação ficou destruída e pessoas da zona de Contenças de Cima tiveram de ser retiradas na sequência dos incêndios em Mangualde, informou o presidente do município.

De acordo com o presidente da Câmara de Mangualde, João Azevedo, as localidades de Santiago de Cassurrães, Póvoa de Cervães, Abrunhosa-a-Velha, Póvoa de Cervães, Cunha Baixa e Abrunhosa do Mato estiveram “ameaçadas pelas chamas”, sendo que foram evacuadas “algumas pessoas” de uma zona da aldeia de Contenças de Cima.

“Já ardeu uma casa de segunda habitação, entre Póvoa de Cervães e Abrunhosa-a-Velha”, disse à agência Lusa João Azevedo, referindo ainda que se registam danos “em zonas e equipamento agrícola”. A situação, sublinhou, “não é fácil. Temos de arranjar todos os esforços para que o combate seja feito de forma muito eficaz”.

(Notícia atualizada pela última vez às 7h42)

 

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