MOBI.E abranda: pagar carregamentos só no fim do verão

  • Lusa
  • 18 Julho 2017

A MOBI.E voltou a adiar a data a partir da qual os carregamentos rápidos de veículos elétricos passam a ser pagos. Só depois do final do verão.

O pagamento nos postos de carregamento rápido de viaturas elétricas apenas se iniciará depois do verão e não, como inicialmente previsto, no final deste mês, informou hoje a entidade gestora da rede, que também adiou a divulgação de preços.

Em comunicado dirigido aos Utilizadores de Veículos elétricos (UVE), a MOBI.E justificou o adiamento por ter “conhecimento de que muitos utilizadores pretenderiam ter mais tempo para avaliar a adesão a um CEME (Operador detentor de registo de Comercialização de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica), sobretudo neste período estival em que muitos portugueses estão de férias”.

Também os CEME “manifestaram a vantagem de dispor de mais tempo para melhorarem as condições de acesso e as opções tarifárias que pretendem oferecer”. “Oportunamente serão divulgadas as condições de acesso e tarifários por parte dos CEME”, lê-se ainda no comunicado. A 8 de julho, a MOBI.E tinha agendado para o final do mês o início do pagamento nos PCR e que as tarifas seriam reveladas a partir de dia 17.

A MOBI.E aproveitou ainda para informar que o aumento da potência dos 100 postos de carregamento mais utilizados decorrerá em agosto e setembro. Já a última fase da expansão da rede a todos os concelhos do continente iniciará após o verão, concluiu a entidade.

Para efetuar carregamentos nos postos de carregamento rápido (PCR), os utilizadores dos veículos devem ter um acordo comercial com um CEME, o que “lhes permitirá continuar a carregar os seus veículos em qualquer posto de carregamento de acesso público, independentemente do Operador do Posto de Carregamento (OPC)”, explicou na altura a MOBI.E. Os PCR possibilitam um carregamento de 80% da bateria em 20 a 30 minutos.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

MOBI.E abranda: pagar carregamentos só no fim do verão

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião