Wall Street abre em queda. Encontro da Fed à vista

Os governadores da Reserva Federal decidem esta semana se vão avançar ou não com uma nova subida da taxa de juro. Até lá, a política interna da Casa Branca domina a atualidade.

As bolsas norte-americanas abriram esta segunda-feira em queda. A primeira sessão da semana está a ser marcada pela turbulência política nos Estados Unidos onde continua a incerteza perante as relações da Casa Branca com a Rússia, mas também sobre um novo sistema de saúde que substitua o ObamaCare. A Fed tem encontro marcado esta semana, o que poderá ditar a evolução dos principais índices, assim como a revelação de resultados das gigantes tecnológicas.

O Dow Jones abriu a desvalorizar 0,18% para os 21.540,63 pontos. O S&P 500 e o Nasdaq estão ambos a cair 0,05% para os 2471,26 e para os 6384,98 pontos, respetivamente. As ações da Alphabet — dona da Google, que apresenta resultados esta segunda-feira — abriram a subir 0,14% para os 995,37 dólares.

Esta semana vai ser marcada pelo início do encontro com os governadores da Reserva Federal na terça-feira. Na quarta-feira, Janet Yellen comunica as decisões do conselho que, pelas últimas minutas, será de continuar a aumentar a taxa de juro. Além disso, são várias as gigantes tecnológicas que apresentam resultados: é o caso da Alphabet (dona da Google) esta segunda-feira, mas também da Amazon e do Facebook no final da semana.

A pesar na decisão da Fed estará a evolução da economia. Ao contrário do que inicialmente prometia, os primeiros seis meses de Donald Trump trouxeram desaceleração económica. Quem o diz é o Fundo Monetário Internacional que, além de ter revisto em baixa a subida do PIB em 2017 e 2018 nos EUA, também assinalou a perda de importância da economia norte-americana no mundo. Em vez de os norte-americanos e os britânicos impulsionarem a economia mundial, esse contributo tem sido dado pela China, Japão, Canadá e zona euro.

A turbulência propagou-se ao importante ramo da energia. A OPEC (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) está reunida esta segunda-feira na Rússia. Depois do preço do barril ter recuperado, a notícia de que as reservas norte-americanas não param de aumentar levaram a uma queda do preço. Neste início de semana, tanto o Brent como o WTI EUA estão a recuperar com ganhos superiores a 1%.

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