António Costa diz que 2017 vai ser o ano de maior crescimento económico em 16 anos

  • Lusa
  • 9 Agosto 2017

António Costa diz que 2017 vai ser "seguramente" o ano de maior crescimento económico desde o início do século.

O secretário-geral do PS e primeiro-ministro António Costa disse na Figueira da Foz que 2017 vai ser “seguramente” o ano de maior crescimento económico desde o início do século.

“Seguramente vai ser o ano de maior crescimento económico desde o princípio deste século”, disse António Costa, discursando na sessão de apresentação da recandidatura de João Ataíde à presidência da Câmara da Figueira da Foz nesta terça-feira.

No discurso, o líder socialista garantiu ainda que “todos os portugueses pagam hoje menos impostos” e que, ao contrário do que diziam os críticos, “foi possível melhorar o rendimento das famílias portuguesas”, cifrando esse aumento em cerca de 10% no Salário mínimo Nacional.

“Ao contrário daquilo que nos diziam, foi possível melhorar o rendimento das famílias portuguesas, das famílias que vivem do seu ordenado, seja aquelas que vivem do Salário Mínimo Nacional e que em dois anos tiveram um aumento de dez por cento do seu vencimento”, explicou.

António Costa frisou ainda que com a redução das taxas moderadoras na Saúde, os portugueses pagaram “menos 62 milhões de euros nos últimos dois anos”, adiantando ainda que no setor há hoje mais seis mil profissionais em funções.

Na educação, afirmou que em 85% dos municípios portugueses o acesso das crianças de três anos ao ensino pré-escolar é total (100%).

António Costa pegou depois no exemplo de João Ataíde – independente eleito presidente da autarquia da Figueira da Foz nas listas do PS em 2009 e reeleito em 2013 – dizendo que o autarca “olha para o terceiro mandato com a mesma vontade, a mesma energia e a mesma alegria, porque há sempre mais e melhor a fazer” e comparando-o com a ação do Governo socialista: “Ao fim de ano e meio cumprimos o que prometemos, queremos continuar a fazer mais e melhor”, declarou.

Nesse sentido, reafirmou a aposta do Governo na descentralização de competências para os municípios.

“Quem está próximo das pessoas e problemas tem vantagem sobre quem está longe”, disse António Costa.

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