Governo rejeitou projetos de proteção florestal por falta de verbas

  • ECO
  • 22 Agosto 2017

Duas operações específicas de defesa da floresta que foram feitas no âmbito do PDR 2020 foram rejeitadas devido à falta de verbas.

Vários projetos de proteção florestal viram as suas candidaturas a fundos comunitários rejeitadas devido à falta de verbas para tal. Em causa estão candidaturas relativas a duas operações específicas de defesa da floresta que foram feitas no âmbito do PDR 2020. Ainda que este seja financiado por fundos europeus, com comparticipação de fundos do Orçamento do Estado.

A notícia está a ser avançada esta terça-feira pelo Diário de Notícias [acesso livre], que mostra que as operações em causa visariam a “melhoria da resiliência e do valor ambiental das florestas” e a “prevenção da floresta contra agentes bióticos [pragas e doenças] e abióticos [fogos florestais e outras catástrofes]”.

O Bloco de Esquerda, pela voz do deputado Pedro Soares, já pediu explicações ao ministério da Agricultura, afirmando que é uma situação “lamentável” e “inacreditável”, visto que “a intervenção florestal assume uma importância tão grande” e “um esforço enorme”. “Estamos a falar da limpeza de matos e prevenção de incêndios florestais”, considera o deputado.

Questionado pelo jornal, o Ministério garantiu que o item do PDR 2020 que diz respeito à proteção das florestas dispõe de uma dotação orçamental total de “59,5 milhões de despesa pública”, sendo que a operação será reforçada no último trimestre de 2017. Os projetos que viram a sua candidatura negada poderão ter uma segunda oportunidade, desde que para tal reiniciem o processo e enquadrem os projetos nos novos concursos.

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