Centeno: Moody’s reconhece avanços no défice e no PIB

Centeno reagiu à decisão da Moody's de melhorar a perspetiva do rating da República Portuguesa para "positivo". "Esta decisão da Moody’s vem juntar-se a um crescente reconhecimento", diz.

O ministro das Finanças afirmou esta sexta-feira que a decisão da Moody’s de melhorar a perspetiva do rating de Portugal é um reconhecimento da evolução do défice e do PIB, assinalando que se junta a outros atores “institucionais e privados” que já o fizeram.

“A Moody’s vem reconhecer os avanços registados na gestão orçamental e salientar a abrangência do crescimento económico alicerçado no investimento e nas exportações”, afirma Mário Centeno, em comunicado enviado às redações. O ministro das Finanças refere que o “mais importante ainda é o facto de Portugal estar a conseguir aliar estas duas dinâmicas enquanto gera emprego e, assim, reforça a confiança no futuro”.

Mário Centeno aproveita a decisão da Moody’s, comunicada ao mercado esta sexta-feira, para realçar “um crescente reconhecimento por parte de vários atores institucionais e privados quanto à solidez da economia portuguesa“. Ainda esta quinta-feira chegou mais uma boa notícia ao Terreiro do Paço: o Instituto Nacional de Estatística reviu em alta o crescimento económico do segundo trimestre para 2,9% — o que representa uma aceleração face ao primeiro trimestre (2,8%), na comparação homóloga.

Além do PIB e do défice, o comunicado do gabinete das Finanças refere que esta decisão decorre do “impulso reformista do Governo”. É com estes três fatores que o Executivo espera convencer as agências de rating para que estas atualizem o rating da República para o grau de investimento de qualidade, sem estimar nenhum período de tempo em que isso possa vir acontecer.

“A Moody’s assinala, ainda, o eficaz controlo da despesa e a gestão credível da dívida pública, confirmando as perspetivas da sua diminuição”, acrescenta o comunicado.

(Atualizado às 22h)

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Centeno: Moody’s reconhece avanços no défice e no PIB

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião