CaixaBank tomará as decisões que forem necessárias em defesa dos seus clientes

O CaixaBank, instituição que controla o BPI, diz que tomará as decisões que forem necessárias em defesa dos seus clientes. O objetivo, garante, é defender os clientes, empregados e acionistas.

Perante a situação política que se vive na Catalunha, o CaixaBank afirma que o único objetivo que defende é o de proteger, em todos os momentos, os interesses dos seus clientes, acionistas e empregados e será isso que vai guiar as decisões futuras das instituição.

Numa nota interna divulgada juntos dos seus colaboradores, na terça-feira, denominada “Greve e manifestação na Catalunha”, o banco defendeu a importância de “comunicar proativamente” aos seus clientes o seu compromisso na defesa dos seus interesses, segundo escreve o jornal espanhol Expansion.

A instituição que controla o BPI, adiantou mesmo que será a defesa dos interesses dos clientes a “guiar as decisões futuras, que caso seja necessário, tenhamos que tomar“.

A instituição catalã deixou claro que respeita o direito de greve e manifestação dos seus funcionários e garante que o único objetivo da instituição é “proteger em todos os momentos os interesses dos seus clientes, acionistas e empregados, garantindo a integridade dos depósitos“.

A incerteza politica que se vive em Espanha tem provocado receios juntos dos investidores, sobretudo ao nível da banca, setor que tem sido mais penalizado, sobretudo as instituições com sede na Catalunha, como é o caso do CaixaBank e do Sabadell. As ações de ambos os bancos registam quedas de quase 6% na bolsa espanhola.

Aliás, o presidente do Sabadell, Josep Oliu também já veio afirmar que: “se for necessário tomaremos medidas”. Oliu frisou que perante a crise política que se vive em Espanha, o Banco Sabadell conta com os instrumentos adequados, em sede da União Europeia e do sistema de supervisão bancária, para proteger os interesses dos seus clientes.

O presidente do Sabadell deixou mesmo um aviso: “a atual conjuntura pode distorcer o foco do que é realmente importante num contexto económico global em que os países competem e a segurança jurídica e a seriedade institucional são fundamentais”.

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