Morais Leitão distinguida pelo IFLR1000. 15 advogados distinguidos

  • ADVOCATUS
  • 17 Outubro 2017

A sociedade de advogados Morais Leitão está referenciada no International Financial Law Review. A sociedade foi premiada em cinco categorias.

A sociedade de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva (MLGTS) foi reconhecida pelo diretório International Financial Law Review (IFLR1000). A publicação destacou no seu ranking para 2018 um total de 15 advogados e deu nota máxima (tier 1) em cinco áreas de atividade.

O diretório especializado em matérias financeiras e que serve de referência aos profissionais do setor atribuiu nota tier 1 à sociedade MLGTS em Banking and finance, Capital markets, M&A, Project finance e Project development.

“É com satisfação que recebo a notícia, em particular por se revelar um reconhecimento do nosso trabalho na área de energia. A área de prática de energia tem já uma história de décadas no escritório e é claramente uma área com a qual o mercado nos identifica e uma contínua aposta da MLGTS”, segundo disse à Advocatus Catarina Brito Ferreira, advogada que ganhou o prémio de rising star.

Quanto ao número de advogados, a publicação destacou 15 profissionais, mais cinco que no ano passado.

Advogados distinguidos, por área de atividade

  • João Soares da Silva, em Capital Markets: Equity, e M&A;
  • Luís Branco, em Banking;
  • Carlos Osório de Castro, em Capital markets: Equity e M&A;
  • Nuno Galvão Teles, em M&A;
  • Luísa Soares da Silva, em Capital markets: Equity e Capital markets: Structured finance and securitisation;
  • Filipe Lowndes Marques, em Investment, Banking e Project Finance;
  • João Alfredo Afonso, em Capital markets: Equity e M&A, Financial restructuring;
  • Ricardo Andrade Amaro e Eduardo Paulino, em Capital markets: Equity e M&A;
  • Catarina Brito Ferreira (rising star);
  • Pedro Gorjão Henriques e Helena Soares de Moura, em Restructuring and insolvency;
  • Ana Monjardino e Cláudia Castanheira dos Santos, em Project development, Capital markets: Structured finance and securitisation, M&A, e Project finance;
  • Cláudia Santos Cruz, em Energy and infrastructure, Project development, Banking, Project finance e M&A.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

Morais Leitão distinguida pelo IFLR1000. 15 advogados distinguidos

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião