EDP Renováveis puxa pela bolsa. Pharol acentua quedas

A bolsa nacional está a valorizar, acompanhando a tendência positiva das restantes praças europeias. A energia puxa pelo índice, com a EDP Renováveis a brilhar após o chumbo à taxa para as renováveis.

O Bloco de Esquerda queria, mas o PS chumbou a taxa sobre as energias renováveis. Uma decisão que gerou tensão no Parlamento, mas que está a ser bem recebida pelos investidores, na bolsa. A EDP Renováveis está a brilhar, puxando pelo índice de referência da bolsa portuguesa em mais uma sessão de quedas acentuadas para a Pharol.

O PSI-20 arrancou a sessão a ganhar 0,26% para cotar nos 5.276,10 pontos, recuperando da queda de 0,4% na primeira sessão da semana. Lisboa segue assim a tendência positiva das restantes praças europeias. O Stoxx 600, que agregas as 600 maiores empresas do Velho Continente, seguia a valorizar 0,1%.

Entre as 18 cotadas, a EDP Renováveis centra atenções. As ações seguem a valorizar 2,05% para 6,97 euros, depois do chumbo da proposta de uma taxa contributiva sobre as energias renováveis que tinha sido apresentada pelo Bloco de Esquerda no âmbito das discussões de especialidade e que estava acordada com o Governo. Estava acordada, mas acabou por não passar, aliviando os receios dos investidores.

Se a EDP Renováveis brilha, a EDP ajuda a bolsa ao somar 0,1% para 2,92 euros, isto ao mesmo tempo que a Galp Energia valoriza 0,22% para 15,86 euros, apesar da queda dos preços do petróleo. As cotações da matéria-prima recuam cerca de 0,5%, com os investidores a aguardarem o resultado da reunião da OPEP.

A puxar pela bolsa estão também a Jerónimo Martins e o BCP, com subidas em torno de 0,2%, bem como os CTT que soma mais de 1% para 3,08 euros. Uma subida de mais de 1% está a ser registada, também, pela Semapa, negociando nos 16,54 euros.

Nas quedas, destaque para a Pharol. Com o regulador brasileiro a travar os planos da Oi para a sua reestruturação, as ações da empresa portuguesa que detém 247% do capital da cotada brasileira a recuarem 1,61% para 30,5 cêntimos. Chegaram a perder um máximo de 6,13% durante o arranque da negociação.

(Notícia atualizada às 8h13 com mais informação)

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