Absorção do Popular dita saída de 1.100 funcionários do Santander. Portugal não será afetado

  • Juliana Nogueira Santos
  • 12 Dezembro 2017

O banco espanhol previa cortar 1.585 postos de trabalho, mais 30,6% do que o acordado agora com os sindicatos. Os funcionários do Santander Totta não serão afetados.

O banco Santander assinou um acordo com o sindicato de trabalhadores para a saída de 1.100 funcionários através de reformas antecipadas e incentivos à saída voluntária. Esta medida impõe-se com a integração da equipa do Banco Popular na força de trabalho, o que irá acontecer principalmente ao nível dos serviços centrais.

O banco espanhol previa cortar 1.585 postos de trabalho, mais 30,6% do que o acordado agora com os sindicatos, mas conseguiu chegar-se a “acordo equilibrado”, como lhe chamaram os responsáveis sindicais.

Para além das saídas, mais de 600 empregados irão ser recolocados nas diferentes empresas do Grupo Santander, principalmente nas áreas da tecnologia e das relações comerciais. Tudo somado, isto corresponde a uma diminuição de 25% nos serviços centrais do Santander e Popular.

Ainda que as empresas do Grupo Santander sejam enunciadas, a vaga de saídas não se estenderá ao Santander Totta. Questionado pelo ECO, o banco liderado por António Vieira Monteiro afirma que a força de trabalho portuguesa não será afetada, uma vez que o Banco Popular Popular ainda não foi integrado na sua atividade. “Estamos a aguardar autorizações dos reguladores”, aponta o banco, garantindo que, quando o processo for autorizado, “não vamos fazer despedimentos, mas sim optar por acordos”.

Contribua. A sua contribuição faz a diferença

Precisamos de si, caro leitor, e nunca precisamos tanto como hoje para cumprir a nossa missão. Que nos visite. Que leia as nossas notícias, que partilhe e comente, que sugira, que critique quando for caso disso. A contribuição dos leitores é essencial para preservar o maior dos valores, a independência, sem a qual não existe jornalismo livre, que escrutine, que informe, que seja útil.

A queda abrupta das receitas de publicidade por causa da pandemia do novo coronavírus e das suas consequências económicas torna a nossa capacidade de investimento em jornalismo de qualidade ainda mais exigente.

É por isso que vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo rigoroso, credível, útil à sua decisão.

De que forma? Contribua, e integre a Comunidade ECO. A sua contribuição faz a diferença,

Ao contribuir, está a apoiar o ECO e o jornalismo económico.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Absorção do Popular dita saída de 1.100 funcionários do Santander. Portugal não será afetado

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião