A manhã num minuto

  • Rita Frade
  • 13 Dezembro 2017

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

A descida da taxa contributiva dos recibos verdes em 2019 e a ação de fiscalização, junto dos bancos de investimento e corretoras a operar em Portugal, que a Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM) se encontra a realizar estiveram em destaque esta manhã.

Quando o novo regime entrar em vigor, os trabalhadores independentes vão passar a contar com uma taxa contributiva mais baixa, de acordo com a proposta de decreto-lei enviada aos parceiros sociais, a que o ECO teve acesso.

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliário (CMVM) está a acompanhar de muito perto a euforia em torno da Bitcoin e encontra-se inclusivamente a realizar uma ação de fiscalização junto dos bancos de investimento e corretoras a operar em Portugal e que vendem produtos financeiros associados à moeda digital, sabe o ECO.

A Oi apresentou esta quarta-feira no novo plano de reestruturação, 18 meses depois de ter entrado num processo de recuperação judicial devido à elevada dívida. A proposta não foi bem recebida pelos investidores, com a Pharol — uma das acionistas — a ver as suas ações a tombar 7%.

Afinal, a Raríssimas recebeu do Estado não 2,7 milhões de euros, mas cinco milhões de euros. Nos últimos cinco anos, aos quase três milhões de euros provenientes da Segurança Social, a associação liderada até terça-feira por Paula Brito e Costa somou 2,35 milhões euros concedidos pelo Ministério da Saúde.

Isabel dos Santos levantou 238 milhões de euros de uma das contas da Vidatel, a empresa através da qual a angolana controla 25% da Unitel, no BPI, horas antes de ter visto essa conta e todos os bens da empresa congelados por uma ordem judicial emitida nas Ilhas Virgens Britânicas.

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