Depois do abacaxi, este é o alimento que mais vezes posou para as fotografias nas redes sociais

  • ECO
  • 13 Dezembro 2017

Abacaxis foram substituídos pelo chocolate, na liderança do ranking dos alimentos mais fotografados e partilhados nas redes sociais, em dez países Europeus. Café ocupa segundo lugar da lista.

Depois de, em 2016, os abacaxis terem invadido quase todas as redes sociais, este ano a posição cimeira do ranking dos alimentos mais fotografados, carregados e partilhados na Europa foi surripiada pelo… chocolate. Este doce marca presença nos Top 10 de todos os países, num estudo que integrou mais de 800 mil fotografias. Em Portugal, o consumo per capita de chocolate deverá rondar, em 2017, os dois quilos e parece que mais uma vez se confirma o ditado: os olhos (e a câmara fotográfica) também comem.

O segundo lugar do ranking geral foi arrebatado pelo café expresso ou cappuccino. Por outro lado, em 2017, os únicos pratos tipicamente saudáveis a aparecer na lista são as frutas (em quarto lugar) e as saladas (que ocupam a sétima posição).

No que diz respeito às bebidas, além do segundo lugar do café, destaque para a sexta posição da cerveja — que aparece em seis dos dez países analisados pelo estudo. Já o vinho (no quinto lugar) protagoniza um quinto das publicações espanholas e 17% das portuguesas.

Esta análise foi conduzida pela Huawei, para marcar o lançamento do seu Huawei Mate 10 Pro, um smartphone que usa Inteligência Artificial para reconhecer automaticamente objetos, como alimentos.

Na fotogaleria abaixo, pode descobrir a ordem correta dos alimentos mais populares.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Depois do abacaxi, este é o alimento que mais vezes posou para as fotografias nas redes sociais

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião