Lisboa regista primeira queda do ano. Mota cai mais de 5%

As primeiras três sessões do ano tinham sido positivas, mas na última sessão da semana veio uma má notícia: a bolsa lisboeta perdeu valor.

O arranque de 2018 para a bolsa de Lisboa foi positivo… até esta sexta-feira. Na última sessão da primeira semana do ano, o PSI-20 desvalorizou 0,13%. Foram três dias de valorizações que fizerem desta a melhor primeira semana de sempre para a bolsa lisboeta. As ações da Mota-Engil foram as que mais desvalorizaram: caíram mais de 5%.

Depois de três sessões consecutivas marcadas por subidas expressivas, ganhando mais de 1%, o índice de referência nacional contrariou a tendência das restantes praças europeias. Num dia em que o principal índice europeu, o Stoxx 600, valorizou 0,85%, o PSI-20 caiu 0,13% para os 5.615,63 pontos.

Os títulos da construtora estiveram a valorizar significativamente nos últimos dias, corrigindo nesta sessão com uma queda de 5,29% para os 3,85 euros por ação. Além da Mota-Engil, a pressionar o PSI-20 esteve também o BCP. As ações do banco liderado por Nuno Amado registaram uma queda de 0,27% para os 29,77 cêntimos.

Por outro lado, a sessão desta sexta-feira foi positiva para as energéticas. As ações da EDP subiram 0,67% para os 2,99 euros, acompanhadas pelas da EDP Renováveis, REN e da Galp Energia. Além disso, os CTT valorizaram 0,16% para os 3,70 euros por título, evitando uma descida mais acentuada do mercado português.

(Notícia atualizada às 16h52)

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Lisboa regista primeira queda do ano. Mota cai mais de 5%

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião