Brent acelera para máximos de 2015. Está a cotar nos 68 dólares

Numa altura de expectativa de quebra dos mercados petrolíferos norte-americanos, o barril de petróleo acelera para máximos de maio de 2015, batendo os 68 dólares.

O barril de Brent ultrapassou os 68 dólares esta terça-feira alcançando, assim, o valor mais alto desde maio de 2015. O cenário foi semelhante para a matéria-prima cotada em Nova Iorque. A extensão dos cortes na produção pela OPEP, por mais nove meses, estão na origem desta escalada acentuada.

O mercado petrolífero continua em alta, uma alta que não se via desde maio de 2015. O Brent, transacionado em Londres, bateu esta terça-feira os 68 dólares por barril. O WTI, negociado em Nova Iorque, acompanhou a tendência do parceiro e acelerou para valores recordes desde essa altura. Atualmente, o Brent segue a valorizar 0,5% para os 68,12 dólares, enquanto a matéria-prima norte-americana cresce 0,82% para os 62,24 dólares.

Estas escaladas acontecem depois de a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Rússia terem anunciado, em novembro de 2017, que iriam prolongar os cortes na produção do petróleo até ao final deste ano, ou seja, por mais nove meses. Algo que não era expectável pelos analistas. Esses cortes devem-se a uma tentativa de reequilibrar os mercados e estão a ser visíveis maioritariamente nos Estados Unidos — o maior mercado petrolífero do mundo.

Esta quarta-feira serão divulgados os relatórios da Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos, onde deverá constar que os stocks norte-americanos caem 4,1 milhões de barril pela oitava semana consecutiva, o que sugere um aumento do consumo. Esta terça-feira, o Irão afirmou que os países da OPEP não pretendem aumentar os preços do barril.

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