Ana Luís de Sousa e Catarina Pinto Correia novas sócias VdA

Ana Luís de Sousa e Catarina Pinto Correia integram a partir de janeiro de 2018 o colégio de sócios da VdA. Advogadas nas áreas de Infraestruturas, Energia & Recursos Naturais e Direito Público.

Ana Luís de Sousa e Catarina Pinto Correia integram a partir de janeiro de 2018 o colégio de sócios da VdA.

Advogadas nas áreas de Infraestruturas, Energia & Recursos Naturais e Direito Público respetivamente, estas nomeações têm como objetivo prosseguir uma estratégia de reforço das valências da firma em áreas core e desenvolver novas competências em setores chave da atividade económica que representem uma mais-valia para os nossos clientes.

Ana Luís de Sousa, advogada da área de projetos, tem reconhecida experiência no desenvolvimento e financiamento de projetos em diversos setores. Ao longo de mais de 15 anos esteve envolvida em vários projetos rodoviários, Parcerias Público-Privadas no setor da saúde, concessões de águas e resíduos e em projetos no setor da energia, em Portugal e em outras jurisdições onde a VdA Legal Partners está presente. Tendo assumido nos últimos anos uma especial dedicação ao setor da energia e à sua regulação, Ana Luís de Sousa vem assim reforçar a aposta da VdA no setor da energia e na regulação económica.

Catarina Pinto Correia integra a área de prática de direito público, estando especialmente dedicada às matérias de contratação pública, contencioso pré-contratual, concessões administrativas, PPP’s e regulação pública. É ainda responsável pela assessoria em matéria de financiamentos europeus e fundos estruturais e lidera o grupo de trabalho recentemente criado dedicado ao setor do Agronegócio. Exerce a sua atividade com foco não apenas em Portugal, mas nas demais jurisdições da VdA Legal Partners, incluindo África lusófona e francófona.

Para João Vieira de Almeida, managing partner, “a nomeação a sócias destas duas advogadas é reflexo de uma nova era na advocacia empresarial, que se caracteriza pela diversidade, inclusão e focalizada no valor a acrescentar aos clientes, à organização e ao setor. As funções das novas sócias permitem-nos com segurança e eficiência continuar a responder às exigências dos clientes VdA, tanto em novos setores e atividades, como através da VdA Legal Partners, onde continuamos a alargar a nossa presença em jurisdições africanas”.

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

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