A manhã num minuto

  • Rita Frade
  • 5 Fevereiro 2018

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

Isabel dos Santos disse esta segunda-feira, na cerimónia de inauguração da unidade de mobilidade elétrica da Efacec, que “no mundo de amanhã, os carros não vão ter volante“. O Governo deixou algumas pistas quanto ao que pode vir a mudar nos contratos a prazo.

Isabel dos Santos, acionista maioritária da Efacec, afirmou esta segunda-feira que “Portugal é um país de inovação”, o que atribui aos talentos que o país tem na área da engenharia.

O Governo já disse que é preciso reduzir a segmentação do mercado de trabalho. E “entre este mês e o próximo“, é de esperar que sejam apresentadas iniciativas legislativas, nomeadamente a diferenciação da TSU consoante o tipo de contrato, avançou entretanto o primeiro-ministro.

O crédito às famílias está em máximos da década, com mais de 13 mil milhões de euros disponibilizados pela banca nos primeiros 11 meses do ano passado. Contudo, esse nível de concessão não preocupa Fernando Faria de Oliveira, presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), que identifica na habitação e nos estrangeiros grande parte da responsabilidade por esse crescimento.

O setor imobiliário está ao rubro, com o aumento dos preços e do número de transações, mas também da aceleração do tempo de venda. Mais de 80% dos imóveis já levam menos de seis meses até serem vendidos.

Se janeiro foi o pior mês de sempre para a Bitcoin, os primeiros dias de fevereiro não parecem querer contrariar essa tendência. A moeda virtual segue em forte queda nesta sessão, mais de 7%, voltando a negociar abaixo da fasquia dos 8.000 dólares.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

A manhã num minuto

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião