A manhã num minuto

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

O negócio da mutualista representou perdas de 374 milhões de euros depois de ter de assumir responsabilidades superiores a mil milhões de euros no ano passado, pressionando ainda mais o banco. As contas públicas deverão evoluir de forma mais positiva entre 2018 e 2022 do que tinha sido projetado no último relatório, de acordo com o Conselho das Finanças Públicas.

O negócio core da Associação Mutualista Montepio Geral continuou a representar perdas significativas em 2017. A instituição até conseguiu aumentar bastante as receitas com os associados. Mas aquilo que teve de pagar aos sócios aumentou ainda mais. Feitas as contas, a margem da atividade associativa apresentou uma perda de 373,8 milhões de euros, pressionando ainda mais o negócio da mutualista. Estes valores constam do relatório e conta que foi publicado esta quarta-feira no site da instituição.

O Conselho das Finanças Públicas (CFP) projeta que a economia portuguesa continue a crescer, embora a um ritmo menos elevado, considerando ainda que as contas públicas devam evoluir de forma mais positiva do que era projetado pelo mesmo órgão em setembro. O conselho consultivo presidido por Teodora Cardoso antecipa um crescimento do PIB de 2,2% para 2018, e prevê que o défice de 2017 se tenha fixado em 1%, abaixo do previsto por António Costa.

O setor do turismo continuou a bater recordes no arranque deste ano, depois de ter fechado 2017 com os melhores resultados de sempre. Os estabelecimentos hoteleiros ultrapassaram, pela primeira vez desde que o Instituto Nacional de Estatística (INE) faz este registo, um milhão de hóspedes num mês de janeiro. Mas, agora que os números atingem patamares mais elevados, o crescimento também começa a abrandar de forma significativa.

Poderá haver mais uma empresa da Sonae em bolsa, em breve. A holding admite, no comunicado em que revelou uma quebra nos lucros para 166 milhões de euros devido à ausência de ganhos extraordinários como no ano anterior, que a administração está a “analisar” a possibilidade de dispersar parte do negócio do retalho.

Não serão aplicadas coimas a quem limpar os terrenos até junho, revelou esta quinta-feira o primeiro-ministro. O prazo para evitar coimas terminava esta quinta-feira.

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