A manhã num minuto

Não sabe o que se passou durante a manhã? Fizemos um vídeo que reúne as notícias mais relevantes, em apenas um minuto.

O INE revelou esta segunda-feira que o défice de 2017, foi de 3%. Mas sem o impacto da Caixa, foi de 0,9%, o mais baixo da democracia portuguesa. O défice de 2016 tinha sido de 2%. Associados da Mutualista são convidados, por carta, a chumbar as contas de 2016 e 2017 e recusar o fim da isenção de IRC. Conselheiros signatários falam em “maquilhagem” e “maus negócios”.

O impacto da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos contou para o défice do ano passado, levando-o para 3%. Mas e se excluirmos esse efeito? Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), nesse caso, o défice foi de 0,9%. A meta do Governo revista em outubro apontava para 1,4%.

Os cerca de 630 mil associados da Associação Mutualista Montepio Geral receberam uma carta, a que o ECO teve acesso, onde são instigados a chumbar as contas de 2016 e 2017, na assembleia geral que se realiza esta quarta-feira. Em causa está o opção de sair do regime de isenção de IRC e assim passar a usufruir de créditos fiscais de 800 milhões de euros.

O Governo extinguiu uma, criou outra. Está criada uma nova comissão para renegociar o contrato de concessão da Brisa Concessões Rodoviárias (BCR). Maria Ana Soares Zagallo foi escolhida pelo Executivo para tentar obter poupanças com esta Parcerias Público-Privada (PPP), mas também passa a ter a responsabilidade de negociar a revisão do sistema de portagens. A redefinição das Classes 1 e 2 está “em cima da mesa”.

Os rendimentos e os interesses dos políticos vão passar a ser escrutinados por um organismo especial a ser criado pelo Parlamento. A constituição desta espécie de “polícia”, que teve origem numa proposta do Bloco de Esquerda, decorrerá no âmbito da comissão eventual para o reforço da transparência no exercício das funções públicas (CERTEFP).

O aeroporto de Lisboa atingiu, em 2017, todos os quatro fatores de capacidade fixados contratualmente com o Estado previstos para ser desencadeada uma solução alternativa para aumentar a capacidade aeroportuária da capital, avança o Jornal de Negócios (acesso pago) nesta segunda-feira. Essa solução alternativa poderá passar pela instalação de um aeroporto complementar no Montijo.

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