Hoje nas notícias: Fidelização, Fidelidade e Eurovisão

  • Juliana Nogueira Santos
  • 5 Abril 2018

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

As propostas de redução da fidelização nos contratos de telecomunicações e a compra “bomba-relógio” que a Câmara de Lisboa quer negociar com a Fidelidade são duas das manchetes que marcam os jornais nacionais. Em destaque também a lotação quase esgotada dos hotéis em Lisboa para a época da Eurovisão.

Bloco e PAN querem baixar período de fidelização nas comunicações

O Bloco de Esquerda e o PAN apresentaram propostas de alteração à Lei das Comunicações Eletrónicas para reduzir os prazos máximos de contratação dos serviços de telecomunicações dos atuais 24 meses para 12, no caso do Bloco, e seis, no caso do PAN. Os partidos consideram que o período atual é uma barreira à mudança e à liberdade de escolha dos consumidores. Leia a notícia completa no Público (acesso condicionado).

Capa do Público de 5 de abril de 2018.Público

Catarina Martins: “Para Centeno brilhar, os serviços púbicos não podem ficar às escuras”

Em entrevista, Catarina Martins, líder do Bloco de esquerda afirma que a revisão da meta do défice em baixa, para perto do zero, é algo “muito perigoso”, visto que o “Governo devia rever claramente as suas metas de investimento na saúde e educação, como noutros serviços públicos”. A líder bloquista diz ainda que, “não podemos deixar” que para que Centeno possa “brilhar”, os serviços públicos sejam penalizados. Leia a entrevista completa no Público (acesso condicionado).

Venda dos prédios da Fidelidade é “uma bomba-relógio”

Com a Fidelidade a alienar imóveis entre as cidades de Lisboa e do Porto, e a administração municipal de Fernando Medina a expressar o seu interesse por 1.500 habitações na capital portuguesa, a deputada socialista Helena Roseta diz que o negócio é “uma bomba-relógio”, visto que a Câmara de Lisboa não tem dinheiro para comprar todos estes imóveis. Leia a notícia completa na edição em papel do i.

Finanças admitem progressões por regulamento

Os trabalhadores de reguladores e empresas públicas que tenham contrato individual de trabalho e não estejam cobertos por convenções coletivas poderão progredir gradualmente, mas apenas em função do que disserem “os regulamentos internos vigentes e os respetivos contratos de trabalho”. A proposta apresentada pelos sindicatos afetam, principalmente, os trabalhadores da saúde. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso condicionado).

Eurovisão esgota hotéis em Lisboa

A pouco mais de um mês da edição do Festival da Eurovisão, a decorrer em Lisboa, os principais hotéis da capital portuguesa estão perto de atingir o máximo da sua capacidade. Espera-se que cheguem a Portugal, em maio, 27 mil turistas, metade dos que passaram por cá a propósito do Web Summit, em novembro. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre).

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