Ataque à Síria? Não é já. Wall Street respira de alívio

Donald Trump voltou ao Twitter para dizer que um ataque à Síria tanto pode acontecer já como mais tarde. O mercado gostou do post do presidente norte-americano brindando os investidores com ganhos.

Donald Trump continua a agitar os mercados, mas desta vez pela positiva. As ações norte-americanas arrancaram a sessão em alta, com os investidores a respirarem de alívio perante o alívio dos receios relativamente a um eventual ataque dos EUA à Síria.

O Dow Jones arrancou a valorizar 0,69%, para os 24.355,48 pontos, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq somavam 0,53% e 0,59%, respetivamente, para os 2.656,07 e 7.110.,83 pontos.

Os mercados respiram assim de alívio já que depois de o presidente dos EUA ter dito à Rússia “para se preparar” para o lançamento de um míssil norte-americano contra a Síria, Trump vem agora dizer num tweet que este ataque “pode estar para muito em breve ou então não”.

Isto depois de na quarta-feira, o presidente dos EUA se ter dirigido aos russos no Twitter, dizendo que “os mísseis vão chegar, agradáveis, novos e ‘inteligentes’”. A ameaça à Rússia segue-se ao alegado ataque químico em território sírio, que matou dezenas de pessoas na zona de Damasco.

O Governo de Vladimir Putin nega que tenha acontecido qualquer ataque envolvendo mísseis químicos, juntando-se também às vozes sírias que afirmam que apenas os grupos da oposição, aos quais chamam “terroristas”, têm acesso a armas químicas.

Os títulos do setor tecnológico estão entre os que mais fôlego dão ao mercado acionista norte-americano, com a Amazon, a Apple e o Netflix a negociarem todos em alta.

No mesmo sentido seguem os bancos JP Morgan, Citigroup e Goldman Sachs, acelerando todos mais de 1,5%. Tanto o Citigroup como o JP Morgan têm agendado para a esta sexta-feira a apresentação as suas contas.

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