Bruxelas prevê crescimento de 2,3% este ano, a mesma previsão do Governo

A Comissão Europeia atualizou esta quinta-feira as previsões económicas. Para Portugal, a Comissão prevê o mesmo crescimento económico que o Governo.

A economia portuguesa deverá crescer este ano 2,3%, avança a Comissão Europeia. Esta é a mesma projeção que o Governo tem para este ano, bem como o Banco de Portugal. Para 2019, Bruxelas mostra-se mais pessimista do que o Executivo português, mas ainda assim está mais confiante sobre Portugal do que estava em novembro quando apresentou projeções pela última vez.

As novas projeções da Comissão Europeia foram publicadas esta quinta-feira mostram que Bruxelas está alinhada com as autoridades nacionais em matéria de previsão de crescimento para este ano. No Programa de Estabilidade, que Portugal remeteu para a Comissão em abril, a previsão de crescimento apontava para 2,3%. Também o Banco de Portugal, no exercício de previsões conhecido em março, indicava que a economia cresce este ano 2,3%.

Para 2019, a Comissão espera um abrandamento do desempenho económico, com uma previsão de subida do PIB de 2%. Esta evolução é mais pessimista do que a avançada pelo Executivo recentemente no Programa de Estabilidade, onde o Ministério das Finanças apontava para uma estabilização do crescimento em torno dos 2,3%.

Segundo a Comissão Europeia, tanto este ano como no próximo, a procura interna será o único motor do crescimento económico.

As novas projeções de Bruxelas mostram que a Comissão está mais otimista para Portugal do que estava em novembro quando fez as últimas previsões para o conjunto dos estados-membros. Nessa altura, o executivo comunitário apontava para um aumento do PIB igual a 2,1% este ano e 1,8% no próximo.

Quanto à taxa de desemprego, a Comissão está também mais confiante do que estava em novembro último. Nessa altura apontava para uma taxa de desemprego de 8,3% este ano e 7,6% em 2019, enquanto agora acredita que a taxa de desemprego ser+a de 7,7% este ano e 6,8% no próximo.

Estas projeções são mais otimistas do que as do Executivo português para 2019 (7,2%), mas ligeiramente mais pessimistas quanto a este ano (7,6%).

(Notícia atualizada)

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