Costa vê condições para realizar final da Taça no Jamor

  • ECO
  • 18 Maio 2018

De acordo com o primeiro-ministro, as forças de segurança, a Federação Portuguesa de Futebol e o sistema de segurança interna apontam no sentido de haver condições para o final da Taça.

O primeiro-ministro afirmou esta sexta-feira que tanto as forças de segurança como a Federação Portuguesa de Futebol entendem que há condições para realizar o jogo da final da Taça no domingo, no Estádio do Jamor. As informações do sistema de segurança interna apontam no mesmo sentido, diz António Costa.

“Nós vamos acompanhando a par e passo a evolução dos acontecimentos porque até à hora do jogo as coisas podem-se alterar e ser necessário adotar outras medidas. O que digo é que, neste momento, a avaliação que as forças de segurança fazem, por um lado, e que a Federação Portuguesa de Futebol faz, por outro, e as informações que temos do sistema de segurança interna é que há condições para realizar o jogo”, disse António Costa, quando questionado se o final da Taça seria no Jamor e à porta aberta.

Esta quarta-feira, o presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues, chegou a dizer que não ficaria chocado se a final da Taça “fosse feita à porta fechada” ou “na Vila das Aves”. Costa diz que, por agora, tem garantias de que as condições de segurança existem, pelo que o encontro entre o Sporting e o Desportivo das Aves poderá realizar-se no Estádio do Jamor.

Em declarações transmitidas pela SIC Notícias, António Costa quis deixar a garantia:

“Se houver condições de segurança, há o que deve haver, que é a final da taça no sítio próprio e como uma grande festa do futebol, se não houver condições de segurança para isso, terão que ser adotadas as medidas que forem necessárias adotar”, disse António Costa, em declarações transmitidas pela SIC Notícias. O primeiro-ministro salientou que deposita confiança nas forças de segurança, falando em “grande experiência acumulada”.

As questões de segurança surgiram depois de, esta terça-feira, cerca de 50 adeptos do Sporting terem invadido a Academia de Alcochete, enquanto decorria o treino da equipa principal, agredindo jogadores e equipa técnica. Um acontecimento que mergulhou o clube numa crise que já levou à demissão da mesa da Assembleia-Geral do Sporting. Mas o presidente do clube, Bruno de Carvalho, já disse que não sai.

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